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DO JUIZ AO RÉU, TODO MUNDO LÊ O BLOG EDUCADORES DE PORTEL

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Garoto Verão 2016

O concurso Garoto e Garota Verão de Portel aconteceu ontem, 24, e foi cheio de controvérsias, segundo os internautas que manifestaram suas opiniões em várias redes sociais.

Eu particularmente fiquei surpreso com poucas garotas concorrendo ao título de Garota Verão 2016. Eram apenas cinco! Talvez o usuário da rede social Facebook tenha exposto as razões:

"Mano o problema não está no rapaz mais sim na organização do evento q aceita esse tipo de palhaçada, esse concurso e tão fajuto q nem garotas querem mais se inscrever no concurso por causa disso, qualquer pessoa q não entenda nada saberia de quem foi o merito"

Na opinião do público os jovens que mereciam ganhar são estes da foto abaixo.




No entanto, o que vale mesmo é a diversão e, em se tratando de jurado, já dizia um grande político do estado do Pará: "Cabeça de jurado é igual a bunda de nenê: a qualquer momento sai merda".

O vencedor foi este jovem, Netto Di Araújo:
Netto, de sunga rajada

Concurso Mister Verão e Miss Verão Marajó Park

Aconteceu neste domingo, 24, a escolha do Mister Verão e da Miss Verão Marajó Park, no município de Breves, Arquipélago do Marajó.

Confira as fotos:

A vencedora do título de Miss Verão foi Vanessa Leão

Enquanto que o Mr. Verão é o jovem Felipe.
Miss Verão Vanessa Leão e Mr. Verão Felipe

O certame foi muito disputado, deixando o jurado confuso.
O resultado classificatório entre as concorrentes ao título de Miss Verão foram as seguintes:
3' lugar ana Rubia
2' lugar. Emily e Lilian
1'lugar vanessa leão

domingo, 24 de julho de 2016

Portel: bandidos assaltam posto São Benedito do Célio Alves

Três bandidos assaltaram o novo posto do grupo São Benedito, em Portel.

Eram poucos minutos antes das 22 horas quando três elementos chegaram no posto, localizado entre a rua Santos Dumont e 2 de Fevereiro, montados numa moto e armados com espingardas, uma delas aparentando ser arma caseira.

A ousadia é tamanha que nem se deram ao luxo de usar uma máscara, exceto o motorista, que parece ser o chefe da operação criminosa. 

No momento do assalto, uma família abastecia sua moto, inclusive uma criancinha que aparenta ter alguns meses de vida estava presente e correndo risco diante da onda de violência que toma conta de Portel.

O posto Bom Amigo, administrado pelo amigo Celio Alves, fica localizado a poucos metros da orla do Arucará, local apinhado de gente em decorrência dos festejos de férias.

A mãe de um frentista assim declarou em rede social sobre o filho que estava em horário de trabalho:
"[...] Comecei a passar mal uma grande angustia poriso que eu não fui,quando foi agora meteram um assalto no posto bom amigo onde meu filho trabalha e agora que me lembrei de você amiga."

A moto utilizada durante o assalto ao posto não possui placa, porém era uma Honda modelo Bros na cor vermelha e branca, talvez ano 2015, de acordo com vídeo do sistema de segurança da empresa.

Logo após cometerem o ato criminoso, os três bandidos seguiram pela 2 de Fevereiro e dobraram para a direita entrando na rua Presidente Vargas,e m direção ao bairro Muruci, talvez, à Portelinha. 

Interessante notar que o homem que aparenta ser o líder é o único que protegeu a face, puxando a camisa azul que usava por baixo da jaqueta preta. Estava vestido todo de preto, com boné na mesma cor.

Como o crime aconteceu no período de férias e próximo a praia do Arucara, havia centenas de pessoas transitando a área. Na filmagem pode-se constatar a presença de pessoas passando a pé perto da bomba. Também há carros e motos a passar pela rua de maior acesso aos bairros Cidade Nova I, Cidade Nova II e Castanheira.  

Fotos e vídeo: reprodução rede social Whatsapp

sábado, 23 de julho de 2016

SINTEPP faz ato público contra falta de pagamento dos temporários de Portel nas férias

Imprensa televisada fazendo cobertura do ato público
Ontem, dia 22, o SINTEPP SUBSEDE PORTEL promoveu um ato público contra os desmandos do atual governo que não paga os servidores públicos temporários.

Dizem as más línguas que o governo de Portel crê piamente que os contratados se calam após o pagamento de seus proventos, cessando quaisquer manifestações contra o governo. Algo a ver com os infiltrados na luta sindical. Vejamos.

"Depois dizem ke não temos boom senso numa chamada  da categoria ke são mais de 300 aparecem 8 isso e brincadeira kd os interessados em massa. Se for sair essa meia dúzia em protesto vai servir de alvo de chacota".

Apesar de pensamentos assim, o SINTEPP continuou a se manifestar sobre a falta de pagamento dos temporários, os quais, assim acredita, que são pais de família, trabalharam e merecem desfrutar de seu suor, assim como pagar os fornecedores, entre os quais donos de supermercados, açougues, farmácias, entre outros.

Se nas redes sociais do sindicato há uma pressão pra que os eventos contra os desmandos do poder público não ocorra, há também a vigilância por membros do governo em cima dos temporários. Foi o que aconteceu nao início da noite passada. Um secretário do governo se plantou na frente do prédio do SINTEPP, no sentido de intimidar as pessoas. Apesar disso, contratados ousaram participar da manifestação.

A caminhada, iniciada com um pouco mais de 30 pessoas, desafinando o discurso ditatorial de "gatos pingados", foi ganhando adesão de outras pessoas da sociedade que não se sentem confortáveis com os rumos que a municipalidade tem tomado nos últimos três anos. Assim, os manifestantes seguiram a 2 de Fevereiro até dobrar a Rua da Vivência, parando em frente ao prédio de 1 milhão e meio do prefeito Paulo Ferreira. Lá, membros do SINTEPP falaram abertamente sobre as dificuldades vivenciadas pelos servidores temporários.

Apesar de não contar com o apupo da plateia que se aglomerava para ouvir as falas dos sindicalistas e professores filiados, aplausos se fariam engrossar no final da Rua da Vivência, canto com a Augusto Montenegro, a rua mais conhecida como "rua da praia do Arucará". Bem no canto, sons dos bares foram baixados, inclusive do palco do empresário Reginaldo Sarraf (um local descrito como "Curral do Prefeito"), todos atentos às falas, propiciando que os apaniguados do governo gravassem todos os discursos.






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MPF entra com segunda ação por improbidade contra ex-superintendente do Incra em Santarém

Justiça Federal determinou nesta quarta-feira, 20 de julho, notificação de Luiz Bacelar Guerreiro Júnior para que ele apresente defesa preliminar

O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou à Justiça a segunda ação por improbidade administrativa ajuizada este ano contra o ex-superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Santarém, no Pará, Luiz Bacelar Guerreiro Júnior.

O MPF pede que o ex-superintendente seja obrigado a devolver R$ 135 mil aos cofres públicos, pague multa de até R$ 405 mil, tenha os direitos políticos suspensos por até dez anos, perca função pública que eventualmente ainda esteja exercendo e fique proibido de fazer contratos com o poder público por dez anos.

A ação foi ajuizada pela procuradora da República Fabiana Keylla Schneider no último dia 12. Nesta quarta-feira, 20 de julho, o juiz federal Érico Rodrigo Freitas Pinheiro, da 2ª Vara Federal em Santarém, determinou que o acusado seja notificado da ação. Assim que for notificado, Bacelar terá 15 dias para apresentar defesa prévia.

O MPF acusa Luiz Bacelar Guerreiro Júnior de, ainda como titular da Superintendência Regional do Incra no Oeste do Pará (SR-30), ter reduzido área de um assentamento para depois reivindicar parte do terreno para sua família. Outra parte foi reivindicada pela família de Eloy Luiz Vaccaro.

Tanto Bacelar quanto Vaccaro foram presos pela operação Madeira Limpa, do MPF e Polícia Federal, que em agosto de 2015 desbaratou grupo acusado de coagir trabalhadores e trabalhadoras rurais a aceitarem a exploração ilegal de madeira dos assentamentos do oeste paraense em troca da manutenção de direitos básicos, como o acesso a créditos e a programas sociais.

Na outra ação por improbidade ajuizada contra Bacelar este ano o MPF acusa o ex-superintendente de recebimento de propina das mãos de outros integrantes do esquema desmontado pela operação Madeira Limpa. A ação também tramita na 2ª Vara Federal em Santarém.

Além das ações por improbidade, o MPF ajuizou ações civis públicas para exigir a reparação dos danos ambientais causados. Em uma delas, o juiz Érico Freitas Pinheiro já decretou indisponibilidade de R$ 2,8 milhões em bens dos madeireiros Márcio Vaccaro, Eloy Vaccaro, André Suleiman e da empresa Polpas do Baixo Amazonas Ltda.

O MPF também já ajuizou ação penal. Os 30 denunciados foram acusados de estelionato, falsidade ideológica, receptação ilegal, corrupção passiva e ativa, apresentação de documentos falsos, violação de sigilo profissional, advocacia administrativa e crimes ambientais.

As penas para esses crimes chegam a até 12 anos de prisão e multa, e podem ser aumentadas por conta da quantidade de vezes que os crimes foram cometidos.




Processo nº 0002353-20.2016.4.01.3902 – 2ª Vara Federal em Santarém (PA)

Íntegra da ação:
www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/documentos/2016/acao-do-mpf-por-improbidade-contra-luiz-bacelar-guerreiro-junior-retificacao-pa-cruzeirao

Acompanhamento processual:
http://processual.trf1.jus.br/consultaProcessual/processo.php?proc=00023532020164013902&secao=STM





Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação

Breves: incêndio em várias casas na Castilho França

Na noite passada, incêndio de grandes proporções na cidade de Breves

De acordo com informes de populares da redondeza do bairro do Centro de Breves, o fogo iniciou em uma casa e se alastrou rapidamente para pelo menos 5 residências, destruindo-as todas. 

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas pouco puderam fazer, travando luta contra as chamas que ameaçavam tomar conta de todo o quarteirão. Recentemente uma emissora de televisão fez matéria na qual os bombeiros pediam ajuda para conserto nos veículos de combate a sinistros. Relatos de moradores em redes sociais dão conta de pane no carro dos bombeiros.

Mesmo com toda dificuldade, os bombeiros agiram rápido. Uma das medidas foi derrubar uma casinha de madeira para que o fogo não se alastrasse mais, com o risco de passar para a loja Paraibana. No entanto a máquina utilizada não pertence a órgão público.

Diferentemente das histórias de incêndio em que bombeiros são aclamados como heróis, um homem chamado Jailson - funcionário da SEOB - foi considerado o herói ao dirigir uma pá carregadeira, se arriscando para jogar água e derrubar uma casa para que o fogo não se propagasse para outros prédios. Populares também vigiavam as propriedades para evitar depredação por vândalos.

O fogo aconteceu no mesmo quarteirão onde situa-se a residência do prefeito de Breves, Xarão Leão, mas a recentemente inaugurada boate do tycoon da navegação, Luis Rebelo, foi ameaçada pelo fogo. O sistema de combate a incêndio da boate foi de grande valia, assim como um carro pipa deste empresário. Uma programação na boate seguiu normalmente após a contenção do fogo.

Breves já foi acometida de outros incêndios, como o hotel e restaurante Grill e e a casa do professor Clóvis na Duque de Caxias e ainda, mais recentemente, um bairro inteiro (Jardim Tropical) pegou fogo durante meses, fato noticiado aqui no blog.

Confira vídeo AQUI

Rios Voadores: MPF questiona JBS e família Maggi sobre negócios com os maiores desmatadores da Amazônia

Empresas destinaram R$ 17,4 milhões aos chefes de quadrilha desmontada em junho


O Ministério Público Federal (MPF) determinou nesta quarta-feira, 20 de julho, o envio de ofícios ao grupo JBS, o maior processador de carne bovina do mundo, à Amaggi Exportação e Importação, uma das maiores companhias de compra e venda de grãos do país, e aos dirigentes do grupo Bom Futuro – outro líder no agronegócio – Elusmar Maggi Scheffer e Eraí Maggi Scheffer.

Pelos documentos o MPF requer informações sobre transações comerciais entre as empresas e integrantes da família Junqueira Vilela, acusada de chefiar o maior esquema de desmatamento da Amazônia já detectado.

Os Junqueira Vilela foram pegos no último dia 30 de junho pela operação Rios Voadores. A operação desmontou organização criminosa que criou técnica especial para a conversão rápida de florestas em latifúndios, utilizando metodologia científica, mão de obra escrava e uma série de fraudes documentais.

O sistema movimentou R$ 1,9 bilhão entre 2012 e 2015 e destruiu 300 km quadrados de florestas em Altamira, no Pará, área equivalente ao território de municípios como Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) ou Recife (PE). O prejuízo ambiental foi de R$ 420 milhões.

Investigações do MPF, Polícia Federal, Receita Federal e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) identificaram que entre 2012 e 2015 a Amaggi Exportação e Importação e os empresários Elusmar Maggi Scheffer e Eraí Maggi Scheffer transferiram R$ 10 milhões para Antônio José Junqueira Vilela Filho, conhecido como AJ ou Jotinha, e para um cunhado de AJ, Ricardo Caldeira Viacava.

No mesmo período, pela JBS foram transferidos R$ 7,4 milhões a AJ e a uma irmã de AJ, Ana Paula Junqueira Vilela Carneiro.

Tendo em vista que essas transações comerciais podem ter sido feitas para compra de grãos ou animais procedentes de áreas desmatadas ilegalmente, é necessária a oitiva dos compradores, para esclarecimentos, já que, segundo destacam os ofícios do MPF, “a responsabilização civil por dano ao meio ambiente pode, em tese, atingir as empresas compradoras, pois, segundo o Superior Tribunal de Justiça (STJ), para o fim de apuração do nexo de causalidade no dano urbanístico-ambiental equiparam-se quem faz, quem não faz quando deveria fazer, quem não se importa que façam, quem cala quando lhe cabe denunciar, quem financia para que façam e quem se beneficia quando outros fazem, sendo a responsabilidade ambiental objetiva”.

Além de questionar os motivos das transações comerciais, o MPF solicitou informações sobre a origem e o destino dos bens comercializados.


Íntegras das determinações:

Determinação referente à JBS: http://goo.gl/3C7WPH

Determinação referente à Amaggi e sócios Elusmar e Eraí Maggi: http://goo.gl/jF3Rdt




Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação

domingo, 17 de julho de 2016

Quais os 10 países com internet mais rápida do mundo?

O Brasil situou-se na posição nº 95 no ranking de 146 nações analisadas pela provedora norte-americana Akamai. Se isso deixou você triste, assim como eu, a consolação é olhar com uma pitadinha de inveja os 10 países com internet mais veloz do mundo. Confira:

10. Finlândia - Velocidade média da internet: 17,7 Mbps

9. República Checa - Velocidade média da internet: 17,8 Mbps

8. Holanda - Velocidade média da internet: 17,9 Mbps

7. Japão - Velocidade média da internet: 18,2 Mbps

6. Letônia - Velocidade média da internet: 18,3 Mbps

5. Suíça - Velocidade média da internet: 18,7 Mbps

4. Hong Kong - Velocidade média da internet: 19,9 Mbps

3. Suécia - Velocidade média da internet: 20,6 Mbps


2. Noruega - Velocidade média da internet: 21,3 Mbps

1. Coreia do Sul - Velocidade média da internet: 29 Mbps


sábado, 16 de julho de 2016

O supra sumo da pilantragem da política de Portel

Faltando exatos 78 dias para o dia da eleição (2 de outubro), a fuxicaria já tá dando asco em qualquer cidadão que tiver conhecimento dos fatos mais escabrosos da política de Portel. Precisava chegar nesse ponto? Não necessariamente, pois eleição existe pra ser disputada e não antecipada com artimanhas fajutas e elaboradas pelo supra sumo da pilantragem política paraense (e por quê não da portelense?). 
 
Caros cidadãos de bem de Portel, o que eu fiquei sabendo na minha volta a Portel, depois de 5 dias ausente, é de desmascarar os mais sisudos homens ditos respeitáveis da sociedade paraense. Mas, como eu disse no início deste texto, ainda faltam 78 dias para a efetivação do sufrágio, deixo para o momento oportuno, pois já causei estrago demais em que ousou me desafiar. Não é a toa que tem gente com índice de rejeição na casa dos 33% (trinta e três por cento) contra uma meia dúzia de pretensos candidatos que fica bem baixo, todos juntos, 32% (trinta e dois por cento), o que é uma verdadeira vergonha. 
 
Não me responsabilizo sozinho por tão demasiada derrota na reputação de políticos da minha terra, pois bravos outros homens e mulheres fizeram a leitura do quadro político portelense, mas, SOBRETUDO recai na própria pessoa decadente que não soube se comportar diante de montanhas de dinheiro tal qual macaco que nunca viu mel e se lambuza todo ao ver tanta guloseima.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Portel: Como está a vida das pessoas queimadas e suas famílias

Por onde andam as vítimas das explosões de óleo diesel misturado com gasolina? Como vivem seus filhos? O que mudou na rotina tranquila vivida pelos ribeirinhos após a morte de sua mãe ou de filhos?

De acordo com parentes da senhora Rosinete, vítima desse tipo de adulteração de combustível, continua hospitalizada no Hospital Metropolitano. O caso dela é de recuperação que pode levar até dois anos ou mais, embora ela tenha passado por momentos terríveis como entrada em estado de coma, com tratamento na UTI daquela instituição.

As famílias, ao contrário da propalação em rede sociais de que o governo de Portel estaria ajudando com recursos financeiros, afirmam que a ajuda proveio de pessoas da comunidade, especialmente através da mobilização da Comissão Tharle Cordovil (nome dado em homenagem à vítima de 12 anos, filho da Sra. Rosinete), que conseguiu alimentação e outros recursos como roupa, já que a perda foi total na explosão ocorrida na região do Pacajaí, localidade Anijó.

A mudança foi radical para todos os membros da família. O próprio Tharle, uma criança de 12 anos, já era detentora de sua própria roça, que ficou abandonada e teve uma perda de lucro de cerca de 2 mil reais na produção de farinha. Além da roça, em termos de geração de renda para a família, o pai também teve que abandonar sua plantação, casa e terreno, fruto de sua herança, já que são povos tradicionais que habitaram e habitam a região do Aninjó.

Agora estes problemas, a família sofreu agressões verbais e ameaças, assim como membros da Comissão Tharle Cordovil. Na semana passada, só para dar um exemplo, ouvi da boca de um parente dos donos do posto o termo "eles vão mandar matar quem mandou prender eles", intitulando-se como primo dos supostos donos do posto donde proveio o combustível.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Piratas do Marajó fazem mais vítima após assalto à embarcação

Os bandidos estão soltos nos rios paraenses. Novos ataques deixam mais uma vítima fatal. Um tripulante de uma embarcação foi morto e outro ficou ferido após a ação de piratas, na noite deste domingo (10), na região do Baixo Tocantins. 

A embarcação Jubileu realizava o trajeto Cametá-Belém quando foi invadida por piratas que atuam nos rios da região e vitimaram o cozinheiro do barco, tripulante conhecido como "Piaba".

O latrocínio (roubo seguido de morte) aconteceu algumas horas após a embarcação deixar o porto de Cametá, no nordeste paraense.

Após a ação criminosa, um dos passageiros que estava na embarcação Jubileu conseguiu pedir ajuda usando as redes sociais. Em seu pedido de socorro, o passageiro informava sobre o ocorrido, pedindo que avisassem sua família.

O navio saiu do município de Cametá às 19h, com destino a Belém. Ao ser assaltada nas proximidades do município de Limoeiro do Ajuru, a embarcação regressou ao municipio de Cametá por volta das 23h50.

 

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Deputado Federal Wlad é cassado pelo TRE

O deputado federal Wladimir Costa (PSD-PA) teve seu mandato cassado, de forma unânime, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA na manhã desta sexta-feira.

O Wlad, como é conhecido no Pará, é acusado de ter recebido dinheiro "oriundo de fontes não declaradas" para a sua campanha à Câmara dos Deputados, em 2014. Além disso, ele teria omitido da Justiça Eleitoral o montante de R$ 410.800,00 de sua declaração para a campanha.

Mesmo com a decisão da Corte, não implica no afastamento imediato de Wlad da Câmara. Tal fato só poderá ocorrer caso ele perca o recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando então seria declarado inelegível por 8 anos, além da perda do mandato.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Trio da fraude do seguro defeso

Três pessoas foram presas em flagrante quando tentavam sacar o benefício do seguro defeso usando documentos  falsos em um banco no bairro de Nazaré, em Belém, na última terça-feira (5). As informações foram divulgadas pela Polícia Federal na manhã desta quarta (6).
Em depoimento, os bancários informaram que nos meses de junho e julho, a agência passou a receber a visita de diversas pessoas da Colônia de São Sebastião da Boa Vista, município do arquipélago do Marajó, para realizar saques do seguro defeso no valor de R$ 1.760 e que, apenas na terça-feira, cerca de 30 pescadores foram à agência com esse objetivo. No grupo, os funcionários identificaram três pessoas com identidades suspeitas pelo fato de constar apenas o nome da mãe no documento de identidade. Diante da suspeita, os funcionários acionaram a Polícia Militar, que prendeu o trio em flagrante e os encaminhou à Superintendência da Polícia Federal no Pará, onde foram confirmadas as ordens de prisão e instaurado o inquérito policial.
Após o interrogatório, os presos foram autuados pelo crime do uso de documento falso e conduzidos ao Centro de Reeducação Feminina (CRF), em Ananindeua, e ao Centro de Triagem da Marambaia, onde ficarão presos à disposição da Justiça Federal.

A eleição 2016: Um povo agonizante

A eleição já começou em Portel. Não digo isso se referindo ao processo oficial de abertura que vai acontecer somente no dia 16 de agosto, mas à guerrinha iniciada nos bastidores, de ferrenhos interesses.

Imagina que numa reunião a palavra inicial de um líder foi: "Tem alguma puta aqui?". Ele se referia não às putas da vida que vendem seus corpos por necessidades diversas, entre as quais o dinheiro. Não. O líder, diante de uma platéia animada, acabou explicando que sua referência à profissão mais antiga do mundo não era exatamente o que a princípio se percebeu, mas ao ato de ser traidor, de se vender a qualquer custo.

Embora os fatos se desenrolassem dias depois, o que se viu foi as suas próprias palavras se voltarem contra si mesmo, pois resultou que ele mesmo se precipitou e tomou rumos que as cifras indicaram. Não quero aqui dizer que sua vocação seja essa, talvez ele tenha suas próprias explicações para uma atitude que gerou desconfianças ate agora insanáveis.

Na semana passada, Pedro Barbosa emitiu 5 mil cartas que chegaram aos mais distantes locais de Portel que, pelo seu tamanho, leva mais tempo do que pra chegar a capital do Pará, Belém. Sua reação foi em decorrência de campanha acirrada sobre sua impossibilidade de ser candidato à prefeitura de Portel. Na carta, termos como "traição", "ingratidão", demonstram claramente que Pedro passa a mensagem de que na política só vale a palavra do homem e que traição pode ter um alto preço. Assisto de longe, pois não fui convocado ao exército de Pedro Barbosa, um homem que dispõe, sem ser candidato, de pelo menos mil e quinhentos votos só em ser o Pedro Barbosa, aquilo que na política chamamos de SALDO POLÍTICO.

Há, entretanto, outros candidatos, aos quais desejo sorte. Por quê? Porque administrar cidades do Marajó é um risco de acabar atolado em dívidas e, cabalmente, acabar na lista dos FICHAS SUJAS, sobretudo porque há necessidade de fazer maracutaias inacreditáveis para cumprir com as obrigações impostas ao gestor, principalmente com um exército de pais de família desempregado e um mundão de pedintes com fome. Só pra reforçar, um amigo pretendeu ser candidato e, de repente, 50 pessoas diariamente se postavam à frente de sua casa, pedindo frango, dinheiro, remédio, advogado pra tirar seus filhos da cadeia, passagem pra ir embora pra outro estado e outros pedidos que não se encaixam no rol das vaidades.

Numa dessas afrontas, pessoas pensam que eu estou na linha de frente de alguma candidatura e até me atacam desvairadamente, como se eu fosse influenciar este ou aquele candidato. Põe em xeque a minha reputação frente aos movimentos sociais e se degladiam insensatamente, como se a política fosse a salvação, um salva-vidas chamado prefeitura, a salvação da crise impetrada por anfitriões dos corredores dos muitos palácios governamentais. Fico olhando com produndo desprezo, pois já vi esse filme passar e não acho nem um pouco bom eu me afrontar com meus próprios sindicalistas que, de um lado eles ficam poderosos com suas vantagens em não trabalhar e ganhar muito, e, por outro, eu ficar do lado de um bocado de gente querendo justiça dos que não propõem justiça porque soberbamente são os próprios larápios que surrupiaram as últimas esperanças do povo agonizante.

Mais um preso na operação Rios Voadores. Segue foragido o chefe do esquema, AJ Vilela

O cunhado de AJ, Ricardo Viacava, foi preso hoje no aeroporto de Guarulhos em SP, ao desembarcar dos Estados Unidos

Indígenas e fiscais do Ibama queimam motosserras apreendidas na operação Kayapó, em 2014, que deu origem à operação Rios Voadores (foto: Ibama)
Já são 14 pessoas presas na operação Rios Voadores, deflagrada na semana passada contra uma quadrilha que atuava desde 2012 na região sudoeste do Pará, grilando terras, explorando trabalho escravo e desmatando ilegalmente para criação e venda de gado de corte. Hoje pela manhã, Ricardo Viacava, um dos membros da família que coordenava o esquema, foi preso no aeroporto de Guarulhos, ao desembarcar dos Estados Unidos.

Ontem, também no aeroporto de Guarulhos, foi presa a mulher de Viacava, Ana Luiza Junqueira Vilela Viacava. Continua foragido o irmão de Ana Luiza, Antonio José Junqueira Vilela, conhecido como AJ ou Jotinha, considerado o chefe da organização criminosa. Após a prisão de Ana Luiza, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na casa dela, mas ficou comprovada que foram retirados objetos do cofre, assim como o desapareceu o HD com o monitoramento por câmeras da casa.

Nas interceptações telefônicas feitas após a operação Rios Voadores, Ana Luiza, que inicialmente não tinha prisão decretada, foi flagrada ordenando a um homem não identificado que destruísse evidências. Por esse motivo, foi presa. Ricardo Viacava e a mulher estão presos na carceragem da PF em São Paulo. Se AJ Vilela não se entregar, o Ministério Público Federal pediu a inclusão do nome dele na lista de procurados da Interpol.

A operação Rios Voadores uniu investigadores do MPF, Polícia Federal, Receita Federal e Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e cumpriu um total de 52 mandados de prisão preventiva, condução coercitiva e buscas e apreensões nos estados do Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

O esquema movimentou R$ 1,9 bilhão entre 2012 e 2015 e destruiu 300 km quadrados de florestas em Altamira, no Pará, área equivalente ao território de municípios como Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) ou Recife (PE). O prejuízo ambiental foi de R$ 420 milhões.

Segundo as investigações, o grupo invadia florestas em terras públicas, retirava e vendia a madeira de valor mais alto, e depois derrubava a mata remanescente e ateava fogo. Na terra devastada era plantado capim e instalada criação de gado. Para praticar esses crimes a organização criminosa utilizava mão de obra submetida a condições semelhantes às de escravos.

Após a consolidação das pastagens, o grupo registrava os terrenos em cadastros ambientais rurais oficiais. Os registros eram feitos em nome de laranjas (pessoas que servem como intermediárias em negócios fraudulentos). As pastagens, então, eram exploradas pelos próprios integrantes do grupo ou arrendadas para terceiros.

Por essas e outras irregularidades, Jotinha figura hoje como o infrator que recebeu multas de maior valor já aplicadas pelo Ibama na Amazônia (R$ 163 milhões em dez autos de infração), e que é responsável pela maior área já embargada pela autarquia na região (300 km quadrados).

Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Rios Voadores: irmã do chefe da quadrilha de desmatadores é presa em São Paulo

Ana Luiza Junqueira Vilela Viacava chegou dos Estados Unidos hoje e foi presa depois de ser captada em interceptação telefônica ordenando destruição de provas

A pedido da  Polícia Federal, a Justiça Federal concedeu a prisão preventiva de Ana Luiza Junqueira Vilela Viacava, irmã de Antônio José Junqueira Vilela, o AJ Vilela, chefe da quadrilha que desmatava e grilava terras no interior do Pará, desbaratada na semana passada na passada na operação Rios Voadores. Ana Luiza chegou no Brasil hoje, dos Estados Unidos e foi presa ao desembarcar, em São Paulo. Ela está sendo interrogada na capital paulista.

O pedido de prisão foi feito com base nas interceptações telefônicas e o Ministério Público Federal deu parecer favorável, pelo risco de destruição de provas. Após a prisão de 9 integrantes da quadrilha na semana passada, Ana Luiza foi flagrada ordenando, por telefone, a um homem não identificado que destruísse provas dos vários crimes de que ela e outras pessoas são acusadas. O irmão de Ana Luiza, AJ Vilela, considerado o chefe do esquema pelas autoridades, continua foragido, assim como o marido dela, Ricardo Viacava.

A operação Rios Voadores uniu investigadores do Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal e Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e cumpriu um total de 28 mandados de prisão preventiva, condução coercitiva e buscas e apreensões nos estados do Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
O esquema movimentou R$ 1,9 bilhão entre 2012 e 2015 e destruiu 300 km quadrados de florestas em Altamira, no Pará, área equivalente ao território de municípios como Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) ou Recife (PE). O prejuízo ambiental foi de R$ 420 milhões. Segundo as investigações, o grupo invadia florestas em terras públicas, retirava e vendia a madeira de valor mais alto, e depois derrubava a mata remanescente e ateava fogo.

Na terra devastada era plantado capim e instalada criação de gado. Para praticar esses crimes a organização criminosa utilizava mão de obra submetida a condições semelhantes às de escravos. Após a consolidação das pastagens, o grupo registrava os terrenos em cadastros ambientais rurais oficiais. Os registros eram feitos em nome de laranjas (pessoas que servem como intermediárias em negócios fraudulentos). As pastagens, então, eram exploradas pelos próprios integrantes do grupo ou arrendadas para terceiros.

Por essas e outras irregularidades, Jotinha figura hoje como o infrator que recebeu multas de maior maior valor já aplicadas pelo Ibama na Amazônia (R$ 163 milhões em dez autos de infração), e que é responsável pela maior área já embargada pela autarquia na região (300 km quadrados).

Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação

sábado, 2 de julho de 2016

Vereador denuncia esquema da fiscalização da prefeitura de Portel



O vereador Emerson Lobato denunciou na tribuna da Câmara de Portel o caso de retirada ilegal de seixo. Segundo o vereador, não há fiscalização das balsas que transportam o seixo ilegal. “Que esquema é esse?”, indagou Lobato.


Agentes da fiscalização municipal abordou uma embarcação que continha 10 metros de seixo e aplicaram multa de 300 reais, enquanto que duas balsas enormes passaram livremente, causando indignação no vereador. Ao procurar os fiscais, estes afirmaram que a ordem vinha “lá de cima”.


O prefeito Paulo Ferreira, ao ser procurado pelo vereador, disse desconhecer o fato. A Secretária de Meio Ambiente, Rena, por sua vez, afirmou que os agentes eram da Secretaria de Desenvolvimento, de responsabilidade do secretário Heron Macedo.


No sentido de tentar coibir a exploração do minério, solicitou ao presidente da Casa, Manoel Maranhense, condição financeira para fazer a fiscalização. Exigiu, da mesma forma, explicação sobre essa retirada de seixo que está sem fiscalização devida.


O vereador Tururi pediu aparte e comentou sobre o ribeirinho que é autuado porque tira madeira – 100 tarugos - e os proprietários das balsas de outros municípios podem tudo, transportando com maior liberdade tanto seixo como madeira, pedra e areia. Isso, de acordo com o vereador do PSD, decorre de que há três tipos de fiscalização na prefeitura: cada qual possui uma balsa pra fiscalizar. “Cada qual tem seu pessoal que vai passar, olha esse pessoal aqui é do fulano, deixa que é com ele, esse aqui é do sicrano”, denunciou o vereador Tururi.

Embora o prefeito alegue não ter conhecimento da situação fraudulenta, o vereador Ronaldo Alves afirmou que o governo municipal sabe, porque a prefeitura compra seixos de ribeirinhos residentes no rio Camarapi. Alves disse que a maior vítima é o proprietário das terras, pois, segundo ele, o seixo é adquirido por 10 reais e, todo mundo sabe, na cidade o seixo é vendido a 130 reais o metro.


O caso foi denunciado ao Ministério Público pelo vereador Emerson Lobato e prometeu distribuir cópias do documento entregues ao Promotor Público.




Vereador denuncia pirataria nos rios de Portel



O vereador José Maria Cândido fez sérias denúncias sobre assaltantes nos rios do interior de Portel.

De acordo com o vereador, eleito pelo povo interiorano, bandidos abordaram um ribeirinho e tomaram-lhe 16 mãos de milho verde. Este cidadão, chamado João de Deus, se deslocava em um motor rabeta rumo à sede do município, com a intenção de vender seu produto para aquisição de café e açúcar. 

O risco é enorme, de acordo com o vereador. “Tem que ter horário pra passar”, diz. Pelo menos três vezes por semana há assaltos por bandidos da própria região. Isso aconteceu no Mazagão, na “Ponta do Napoleão”, rio Pacajá. A família sofre tamanha violência

Logo em seguida, uma família que trafegava pelo rio, procedente do rio Pacajaí, foram abordados por estes piratas, que tomaram desses produtores 12 pacotes de farinha. São, em maior parte, elementos da região. Não só na ponta do Mazagão, mas em vários pontos. Os bandidos pegam abóbora, farinha, banana, maxixe, açaí, “tudo enquanto”, disse o vereador. Isso leva os ribeirinhos a se armarem, pois não há policiamento nesses rios.