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| Dom Evaristo Spengler |
Data:Hoje 07/11
Horário: às 16:00hs
Coordenador Geral do Sintee/Portel
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| Dom Evaristo Spengler |
Amanhã às 09:00hs todos os demitidos estão convidados para uma reunião de orientação na sede do sintepp.
Att:Hermison Bruno
Coordenador Geral
Depois de a categoria ter decidido pela continuidade da greve, em assembléia geral, o SINTEPP publica ações para esta sexta
e segunda feira:
01-Hoje 04/11 às 09:00: Ato Público em frente a Semed com entrega de Ofício apresentando o calendário de reposição e a decisão da continuidade da greve.
02-as 17:00hs Reunião com a coordenação e o Comando de Greve.
Segunda feira 07/11 às 09:00: Assembléia Geral de continuidade ou não da greve.
Local: Sede Social do Sintep!
Acontece hoje,3, mais uma assembléia geral do SINTEPP/Subsede Portel de continuação ou não da greve. Em entrevista à rádio Arucara, o coordenador do SINTEPP Hermisson Bruno ressaltou que o prefeito está fazendo pagamento fatiado aos servidores.
Pediu aos pais cobranças das autoridades judiciárias e que a culpa pelos atrasos o atual governo, pois o recurso vem e não há transparência. Ressaltou que a folha de pagamento saltou de R$ 3,5 milhões para mais de R$5,5 milhões em curto espaço de tempo.
Bruno disse que há pagamento parcial da categoria do setor rural, mas não há condições de trabalho sem o fornecimento de combustível.
Reforçou o pedido de participação dos pais, assim como os próprios trabalhadores em educação a participar de uma reunião marcada para hoje às 17 horas, alertando que quer voltar às salas de aula, mas com a garantia de que não aconteça calotes.
Um aluno pediu que os pais denunciem os problemas da falta de merenda, transporte e outas mazelas, pois há prejuízos e é necessária a inclusão de órgãos de defesa das crianças e adolescentes como é o caso do Conselho Tutelar.
Às 09:30 Fala da direção na Rádio Arucara![]() |
| Protesto na frente do Fórum foi proibido por Juiz |
DERROTADOS NAS URNAS SAQUEIAM PATRIMÔNIO PÚBLICO
Depois da dura derrota na eleição do último dia 2, secretarias diversas estão sendo saqueadas pelos servidores sob a inércia dos secretários de governo. A infraestrutura, por exemplo, está ficando igual um ferro velho, só vejo os equipamentos sendo levados, pois são em sua maioria alugados. Ficou só um monte de carro velho quebrado.
No sentido de paralisar as ações danosas contra o patrimônio pública, vereadores e SINTEPP buscam diálogo com o novo juiz, já que o anterior já deixou a Comarca. Segundo informações, o juiz anterior foi promovido à Comarca de Mocajuba. Vale lembrar que alguns dos materiais desviados da prefeitura foram levados para Mocajuba.
As mazelas sociais vem se arrastando no município de Portel, cujo governo que não teve compromisso em fazer gestão em favor da população. No governo atual de Paulo Ferreira as mazelas se acentuaram drasticamente, com uma péssima gestão em que os investimentos sociais ficaram a desejar, forçando inúmeras famílias a deixar seus lares e ir para outras localidades em busca de emprego e qualidade de vida.
LUXO E RIQUEZA VS TRABALHADORES SEM RECEBER
Um pequeno grupo ligado ao governo ostenta luxo e riqueza enquanto os trabalhadores sem receber seus proventos, professores trabalham custeando materiais pedagógicos para desenvolver suas aulas e projetos da escola, alunos sem merenda em salas quentes e superlotadas, pessoal de apoio sem material de limpeza e expediente para realizar um trabalho digno no dia a dia da instituição de ensino.
BARQUEIROS SEM RECEBER
E se comentarmos a respeito da situação dos trabalhadores das escolas do Campo,
os relatos serão ainda mais gritantes e revoltantes sem transporte escolar regular, sem pagamento de barqueiros, falta de merenda, ocasionando descumprimento dos 200 dias letivos. Diante de toda esse problemática todos os cidadãos devem estar unidos a exigir as garantias de seus direitos básicos e o governo cumprir com suas obrigações e responsabilidades.
JUIZ PROÍBE MANIFESTAÇÃO
O juiz novato, Agenor Cassio de Andrade, começou decepcionando a categoria, proibindo os trabalhadores a permanecerem na via pública em frente ao Fórum e não deu garantia de data para resolver as pilhas de reivindicações protocoladas no Ministério Público local. Não vi imparcialidade em sua postura de magistrado, não tendo previsto resposta ágil.
O SINTEPP diz que as propostas do governo não foram aceitas pela categoria, pois afrontam a CLT, Constituição e a própria LDB.
Na semana passada a Câmara requereu o bloqueio das contas no sentido de garantir o pagamento dos servidores na ordem de cinco meses.
Várias denúncias chegam à redação do blog Educadores de Portel sobre furto de equipamentos de várias secretarias, entre as quais a Secretaria de Infraestrutura.
Caminhões, Patrol e ônibus escolares estão sendo depredados e uma das rotas é a estrada Portel-Tucuruí e destino ao município de Baião.
Além de peças de veículos, máquinas de solda, centrais de ar e até HD's de computadores com prováveis provas de crime contra a economia popular e fraudes generalizadas. Denúncias a órgãos competentes estariam sendo realizadas por uma comissão popular.
Olhem, professores de Portel. Ministério Público aciona judicialmente a Prefeito de Breves a realizar imediatamente o salário dos profissionais de educação.
A ação civil pública foi movida pelo Ministério Público após denúncias feitas pelo SINTEPP subsede de Breves.
Cabe lembrar que a subsede de Portel também fez denúncias ao Ministério Público e até realizou Audiência Pública com o mesmo. Até o final do mandato do atual prefeito pode-se ainda esperar alguma ação.
No sentido de tentar sensibilizar o Poder Judiciário e Promotoria Pública, professoras em greve do município de Portel resolveram realizar ato público pacífico em que estendiam livros e lápis na calçada do Forum da cidade.
Professores e pessoal de apoio também participaram do ato público. Ordem foi dada para a retirada dos livros e resultou em severa reclamação em gabinete do Fórum.
Professores com salários em atraso recorrem à Câmara de Vereadores de Portel.
A galeria da Câmara Municipal de Portel nunca esteve tão lotada quanto esta manhã, quando dezenas de profissionais da educação tornaram a galeria pequena pras centenas de servidores angustiados com uma administração impotente diante de tantos problemas.
A presidência da CMP concedeu uma participação do coordenador geral Hermisson Bruno, que fez um discurso de forte apelo e aplaudido fortemente pelos companheiros que estão em greve e até passando fome. Nunca houve governo mais desastroso desde o início da década de 90.
Em audiência com o Juiz da 44a Comarca de Portel, está derrubada a proposta do prefeito Paulo Ferreira de reiniciar as aulas na quinta 20.
No termo da audiência assinado por todos, foi acordado a desconsideração da publicação feita encaminhada pelo governo municipal hoje à TV Amazon. Que a mesma emissora publique o termo resultante da audiência.
Houve proposta de desocupação do prédio da SEMED, mas dependerá da apreciação da assembléia geral, órgão máximo de deliberação da entidade. Porém, o termo cita acompanhamento da Polícia Militar (representada pelo CPR -Comando da Polícia Regional do Marajo) e de um representante da administração municipal.
Paulo Ferreira se comprometeu em fornecer a folha de pagamento à Equipe de Transição do futuro de governo até o 5o dia útil após o pagamento.
Como já esperado (debateu-se a questão em reunião do SINTEPP ocorrida hoje), não mais acontecerá a audiência pública marcada pelo prefeito para hoje.
O SINTEPP realiza assembleia geral na frente da SEMED às 18:00h de hoje, no sentido de submeter à apreciação da categoria as propostas feitas pelo governo. Amanhã haverá outra audiência no Fórum para tentar chegar num acordo com a atual gestão.
Em nota divulgada em tv local, o prefeito de Portel declara greve dos servidores da educação como sendo ilegal. Clama, com base nisso, a volta dos professores às salas de aula sob ameaça de descontos nos seus proventos a cada dia em que faltar.
O prefeito faz papel de Tribunal de Justiça, o único órgão com competência para determinar se houve ilegalidade ou abuso de greve. Outra demonstração de prepotência é a exigência de permissão para grevar, ação inexistente porque a assembléia geral do SINTEPP é o órgão máximo de deliberação.
Depois de mandar a guarda patrimonial espancar professores e chamar grupamento de operações especiais com escudo e balas de borracha, prefeito age com truculência mais uma vez.
Agora foi o envio da companhia de de fornecimento de energia elétrica no sentido de causar desconforto nos manifestantes, que cercaram o poste, impedindo a ação estrategica e truculenta.
Antes do início da assembléia geral, um culto foi realizado, em que se pediu a Deus juízo na cabeça do prefeito.
Amanhã vão ser realizadas três audiências. A primeira acontece pela manhã, com a chegada do juiz que perdeu a lancha, mas a audiência acontecerá assim que i magistrado chegar.
À tarde, 13 horas, realiza-se uma audiência de conciliação entre o SINTEPP e o governo, o qual tem se omitido de quais forma de diálogo. Suspeita-se que o prefeito não vai comparecer.
No final do dia acontece uma audiência pública provocada pelo governo, fechando l, talvez, os atos públicos da greve que já dura um pouco mais de uma semana.
O prédio só pode ser desocupado mediante ordem judicial. Quem decide, no momento, é a categoria em assembléia geral.