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terça-feira, 13 de março de 2018

PREFEITO DE BREVES CHAMA PROFESSORES DE "INSACIÁVEIS"

Em nota publicada pela administração municipal, o prefeito de Breves Toninho Barbosa (MDB), destila todo o seu ódio na categoria e chama professores de "insaciáveis". Na nota, o prefeito alega que com a aprovação das horas suplementares não haverá concurso público nos próximos 20 anos, o que é uma grande mentira, eis que o prefeito não faz concurso porque não quer, tendo em vista o grande número de servidores temporários na folha de pagamento da administração municipal. Basta ver que até nas emissoras de TV há assessores, pintores e outros profissionais que temporários que recebem pela administração municipal. O prefeito não faz concurso porque prefere manter servidores temporários sob sua dominação política. Na nota, o malvado prefeito julga que os professores fizeram concurso para 100h, mas são lotados com 200 a 270h. É oportuno destacar que os professores são lotados conforme a necessidade da regência em sala de aula e pela demanda de turmas e quem faz a lotação dos servidores não é o sindicato, mas a própria SEMED. Ou seja, se há alguma irregularidade na lotação, a culpa é da própria SEMED que usa a lotação como instrumento político, desprezando as próprias regras da portaria de lotação. A nota do prefeito afirma que, caso novas turmas sejam abertas, estas serão "abocanhadas" por professores "insaciáveis", o que além de ser uma afirmação mentirosa, trata-se de uma fala carregada de ódio e rancor. Os professores são lotados conforme a necessidade e a demanda das turmas e não pelo desejo do sindicato que, ao contrário da SEMED, é o órgão que mais denuncia as irregularidades praticadas pela gestão municipal. Na nota, o prefeito afirma que se os professores não forem lotados somente com 100h os profissionais que serão formados pela universidade jamais terão oportunidade de um concurso público, o que é completamente descabido, tendo em vista que concurso público não é realizado pela demanda de profissionais formados, mas pela necessidade do serviço público. *Se o que a prefeitura afirma fosse verdade, ela teria nomeado os aprovados no último concurso e não haveriam tantos processos judiciais contra ela solicitando a chamada no concurso*. Na nota, o prefeito afirma que se o veto for rejeitado pela Câmara, os professores serão lotados com 300h, enquanto outros profissionais que ainda estão se formando nunca terão a chance de ingressar no serviço público, o que também é uma grande mentira, eis que as horas suplementares apenas servem para compensar as gratificações que o prefeito tirou no ano passado e, que se não forem aprovadas, representarão um prejuízo de cerca de 45% no vencimento dos servidores. Por fim, repudiamos a afirmação da prefeitura que diz que os professores querem tirar o pão de cada dia de outros profissionais, pois *quem quer tirar "na marra" o pão de cada dia dos professores é o próprio prefeito Toninho Barbosa*. Diante disso, tirem as suas próprias conclusões e decida pelo lado de quem educa os filhos de Breves e luta pela verdade!

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