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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Mulher dá bronca em funcionarios do Banco do Brasil



Logo que cheguei à agência do Banco do Brasil, a única da cidade de Portel, cheguei a dizer a uma pessoa ao meu lado que ficar numa fila é um verdadeiro teste de paciência. E vi uma pessoa chegar ao limite.

Era por volta das 9 horas quando entrei e já notava a presença da mulher que ia fazer um papel social de pura rebeldia, aprovado pela maioria das pessoas que sorriam e diziam tipo de frase como estas:

- Se ninguém fala, ela falou tudo.

- Tava demais esperar quase 4 horas.

Inicialmente a moça chamou a atenção de um escriturário, indagando, em tom de irritação, as razões do atendente estar ausente de seu lugar de trabalho. Ouvindo o barulho, o gerente deixou a sala onde estava e tentava inutilmente fazer a mulher calar, dizendo:

- Vocês já vão ser atendidos, vocês já vão ser atendidos.

E a mulher, estressada por ficar horas além do permitido em lei, esbravejava e chamada pelo caixa que havia se ausentado para fumar um cigarro do lado de fora da agência, começou a atirar palavras de revolta:

- Eu não entendo por quê você estão atendendo só os usuários da prioridade! Deveria atender em forma de revezamento.

E via-se a alegria estampada no rosto da mulher que fez com que os serviços aparentemente voltassem ao normal. Mas não voltou. O barulho das máquinas de contar cédulas tilintavam:

- tec! tec! tec! tec! tec! tec! tec! tec! tec! tec!

Já se passavam exatos 51 minutos quando o número da senha 21 soou no autofalante do monitor e finalmente outro atendimento convencional. Faltavam assim 8 minutos para as 13 horas. Quando eram 12 minutos para as 14 horas, um amigo meu que portava o número de senha 69 propôs-me trocar pelo meu, o 39. Com a fome que eu estava, resolvi dar-lhe o boleto e o dinheiro para o pagamento. Agora, 14 horas e 11 minutos, finalmente estou em casa, relatando a amarga experiência de ficar mais de 4 horas na fila de um banco.
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