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"GOVERNO QUE COMEÇA TRUCULENTO, TERMINA TRUCULENTO" - RONALDO DE DEUS, NOV. 2016
Nossa luta pela transparência continua. Aqui você sabe quanto foi repasado à conta do FUNDEB
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Blog Educadores de Portel publica vídeos sobre balneários portelenses no canal do YouTube
quinta-feira, 16 de maio de 2019
Prefeito Manoel Maranhense reúne com Senador Zequinha Marinho sobre nova rota viária no Pará
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Portel: Prefeito realiza 6º convocação dos candidatos do concurso 01/2018 para educação e saúde
1. Professor da Educação Básica I - Zona Urbana:
2. Professor da Educação Básica I - Zona Rural
3. Zona Urbana: Artes, Educação Física, Inglês, História, Geografia, Matemática
4. Zona Urbana: a) Ciências (CFB); Zona Rural: Língua Portuguesa, Matemática; Técnico Pedagógico: a) Urbano; b) Rural; Secretário Escolar (Urbana).
5. Secretário Escolar (Urbana) continuação; Secretário Escolar (Rural); Auxiliar de Secretaria;
6. Agentes de Serviços Gerais; Agentes de Vigilância; Agentes de Serviços Gerais (Rural)
7.
8. Agentes de Serviços Gerais (Rural)
9. Agentes de Serviços Gerais (Rural)
No total, o Prefeito Manoel Maranhense convocou 285 candidatos.
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Ex-prefeito de Belém Duciomar Costa é condenado a cinco anos de prisão
Sentença da Justiça Federal foi publicada em processo aberto a partir de denúncia do MPF
A Justiça Federal acatou pedido do Ministério Público Federal (MPF) e condenou o ex-prefeito de Belém (PA) Duciomar Gomes da Costa a cinco anos de detenção em regime semiaberto pelo crime de dispensa indevida de licitação na tentativa de compra do Hospital Sírio-Libanês, em 2005.
A aquisição ilegal do hospital, estimada em aproximadamente R$ 20 milhões em valores atualizados, só se concretizou porque, na época, a Justiça Federal – também a pedido do MPF – suspendeu os pagamentos.
Pelo mesmo crime, a ex-secretária municipal de saúde Cleide Mara Fonseca Paracampos terá que cumprir cinco anos e quatro meses de prisão, em regime semiaberto, além de ter perdido o cargo público que atualmente ocupa.
A sentença foi assinada na última quinta-feira (09) pelo juiz federal Rubens Rollo D’Oliveira. “Nunca vi tantas irregularidades num só processo de dispensa de licitação, com flagrante inobservância do princípio constitucional da legalidade, pela Administração Pública”, destacou o juiz federal.
A sentença resume a série de ilegalidades: a) não houve indicação, no contrato de promessa de compra e venda, do ato que autorizou a sua produção do documento e do número do processo de dispensa de licitação; b) figuraram no contrato, como vendedores, pessoas que não eram os reais proprietários; c) o laudo técnico de avaliação do imóvel foi inconsistente em relação à área real do imóvel; d) estava rasurada a data do parecer de aprovação pelo chefe do Núcleo de Assessoria Jurídica da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma); e) não houve de deliberação do Conselho Municipal da Saúde; f) o imóvel indicado no contrato não correspondente ao prédio e ao terreno; g) houve inclusão indevida de bens móveis (equipamentos) no contrato de promessa de compra e venda, sendo que a previsão de dispensa de licitação era para bens imóveis.
Justificativa insuficiente – No processo, o procurador da República Alan Rogério Mansur Silva destacou que não ficou comprovada a necessidade de compra do hospital pelo município.
A justificativa apresentada pelos condenados para a dispensa da licitação foi a de que o Sírio-Libanês seria o único hospital com condições de atender com eficiência a demanda do Hospital e Pronto Socorro Municipal Mário Pinotti (HPSM 14 de Março), mas essa explicação não foi fundamentada com dados técnicos ou qualquer outra informação.
“Inclusive quanto ao argumento da impossibilidade de redistribuição da procura do HPSM a outros hospitais da rede de atendimento do SUS [Sistema Único de Saúde], o MPF, em sua petição inicial, já havia se manifestado no entendimento de que haveriam outras providências mais razoáveis que a aquisição de um hospital particular, entendimento que, destaca-se, ainda se mantém”, registrou o procurador da República nas alegações finais do processo.
“Sequer o relatório sobre os imóveis disponíveis no município de Belém, realizado por médico auditor, foi capaz de sobrepor a generalidade utilizada pelos réus para motivação do ato de dispensa indevida, eis que apresentou justificativa superficial e inapta a ensejar um gasto milionário na aquisição de um hospital particular”, complementou.
Vinte processos – Duciomar Gomes da Costa foi prefeito de Belém por dois mandatos, de 2005 a 2012. Nesse período, foi acusado de diversas irregularidades pelo MPF. Ele responde a processos criminais, ações civis públicas e ações de improbidade por problemas na aplicação de recursos da saúde e de diversos convênios federais, desde inclusão digital a obras de recuperação do patrimônio histórico. No total, ele é réu em 20 processos, só na Justiça Federal.
Os processos mais recentes foram abertos a partir de ações do MPF baseadas em provas coletadas durante a operação Forte do Castelo, de dezembro de 2017. A pedido do MPF, a Justiça Federal expediu mandados de prisão temporária, de condução coercitiva e de busca e apreensão contra Duciomar Costa e oito outros investigados por corrupção. Duciomar foi preso na casa dele, no condomínio GreenVille, em Belém. Na casa foram encontrados documentos, aparelhos eletrônicos, uma máquina de contar dinheiro e R$ 210 mil reais em dinheiro vivo.
Os mandados foram cumpridos pela Polícia Federal (PF) em Belém, Ananindeua (PA), São Paulo (SP), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG). Foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária, 14 de busca e apreensão e três de condução coercitiva.
O grupo é acusado de formar um esquema baseado na criação de empresas em nome de ex-assessores de Duciomar Costa que recebiam recursos públicos por meio de fraudes. Até a realização da operação, haviam sido identificados prejuízos de, pelo menos, R$ 400 milhões.
As empresas eram contratadas diretamente pelo poder público ou eram subcontratadas por construtoras vencedoras de licitações, como a Andrade Gutierrez. O patrimônio dos novos empresários ligados a Duciomar Costa, como o da atual companheira do ex-prefeito, Elaine Pereira, chegou a aumentar 200 vezes em pouco mais de dez anos.
Entre os projetos que tiveram recursos desviados estão as obras do sistema BRT, de linhas de ônibus que trafegam em corredores exclusivos, e do Portal da Amazônia, de revitalização da orla da capital paraense.
A investigação foi feita pelo MPF, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal. A operação foi batizada de Forte do Castelo, em referência à edificação histórica construída na fundação de Belém para conter ataques de invasores que rondavam a região.
Processo nº 15120-33.2015.4.01.3900 – 3ª Vara da Justiça Federal em Belém (PA)
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sábado, 11 de maio de 2019
Prefeitura de Maracanã (PA) promoverá concurso público em 2019
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Foto: Site https://www.ferias.tur.br/cidade/4678/maracana-pa.html |
Prefeitura de Barcarena (PA) anuncia processo seletivo
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Barcarena Foto: Semed Barcarena (Reprodução) |
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Justiça bloqueia R$ 884 mil de prefeito de Marituba (PA) e outros acusados pelo MPF de improbidade na educação
A Justiça Federal bloqueou R$ 884 mil em bens do prefeito de Marituba (PA), na região metropolitana de Belém, Mário Henrique de Lima Biscaro, o Mário Filho, e de sete outros acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de uma série de irregularidades na compra de equipamentos de informática para escolas do município.
Segundo fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU), houve falta de transparência, superfaturamento de preços e pagamento por itens não entregues em licitação realizada em 2015, na gestão anterior de Mário Filho, para compra de 270 mesas digitais. No total, foram aplicados R$ 3,2 milhões do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Além do prefeito, são acusados pelos atos de improbidade administrativa a ex-secretária municipal de educação Dayse Menezes de Souza Lopes, a diretora do departamento de compras da prefeitura, Maria do Socorro Miranda dos Santos, o pregoeiro João Elias da Silva Nascimento, e os empresários Ciro Saldanha Maia, José Luiz Mendes Filho, Bruna Alves Castro de Sousa, e Eugênio Moura de Oliveira.
Ao final do processo, os acusados, caso condenados, podem ser obrigados a ter que devolver aos cofres públicos todos os R$ 3,2 milhões gastos na compra irregular, podem perder bens acrescidos ilicitamente aos seus patrimônios, e podem perder as funções públicas que estiverem ocupando, além de ficarem sujeitos à suspensão dos seus direitos políticos por oito anos, ao pagamento de multa, e à proibição de contratarem com o poder público ou de receberem benefícios fiscais ou creditícios, por cinco anos.
Irregularidades em série – As investigações apontaram que as informações utilizadas pela prefeitura para a elaboração do termo de referência da compra foram disponibilizadas pela própria empresa vencedora da licitação.
Informações da CGU também revelam que as três empresas que disponibilizaram a cotação de preços contam com os serviços do mesmo contador e forneceram o mesmo número de telefone na base do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Representantes de duas das empresas registraram o mesmo endereço na base de dados da Receita Federal.
A investigação ainda ressaltou que não consta informação de como a prefeitura teve conhecimento de que as empresas consultadas forneciam os equipamentos, além do fato de elas não constarem na relação da fabricante como revendedoras das mesas digitais, não havendo indicação de que em algum momento tenham fornecido esse tipo de equipamento.
Assinada pelo procurador da República Alan Rogério Mansur Silva, a ação por improbidade foi encaminhada à Justiça em 12 de abril. A decisão liminar (urgente), de autoria da juíza federal Hind Kayath, da 2ª Vara Federal em Belém, foi publicada dez dias depois, e só deixou de ser sigilosa nesta segunda semana de maio, após o cumprimento do bloqueio de bens.
Processo nº 1001736-44.2019.4.01.3900 – 2ª Vara Federal Cível da Justiça Federal em Belém (PA)
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DEFENSORIA PÚBLICA RECEBERÁ VISITA DE RELATORA ESPECIAL DA ONU PARA TRATAR DA DISCRIMINAÇÃO CONTRA HANSENIANOS
Para a ONU, a visita tem como objetivo tomar o conhecimento de medidas concretas que as autoridades centrais e locais estão tomando para proteger e promover os direitos humanos das pessoas afetadas pela hanseníase e seus familiares, alvos frequentes de preconceito por parte de população em geral.
Gerlando Klinger Amaral Santana
MPF investiga impacto de corte de verbas de instituições federais de ensino superior de Santarém (PA) e região
Consequências da suspensão de bolsas de mestrado e doutorado também serão investigadas
Constituição exige do Estado investimento robusto em educação, alerta o MPF (imagem em domínio público, via https://pxhere.com)
O Ministério Público Federal (MPF) abriu investigação nesta sexta-feira (09) para apurar os impactos, na região de Santarém (PA), do corte orçamentário das verbas destinadas a Instituições Federais de Ensino (Ifes) e da suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
No despacho de instauração da investigação, os procuradores da República Camões Boaventura, Luisa Astarita Sangoi e Patrícia Daros Xavier determinaram o envio urgente de ofícios a todas as Ifes de Santarém e região. Nos documentos, o MPF solicita informações sobre os impactos de todos os contingenciamentos anunciados pelo governo federal.
A suspensão da concessão de novas bolsas de mestrado e doutorado pela Capes, fundação ligada ao Ministério da Educação (MEC), foi anunciada pelo governo federal na última quarta-feira (08) . A medida veio uma semana depois de o MEC ter anunciado o contingenciamento de 30% das verbas das Ifes.
Constituição – Em debate na Câmara dos Deputados promovido na última terça-feira (7) pela Frente Parlamentar Mista pela Valorização das Universidades Federais, a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, enfatizou a centralidade que a Constituição de 1988 concedeu à educação, reconhecendo seu papel para a transformação da sociedade e para a superação das desigualdades, exigindo do Estado robusto investimento nos diversos campos do ensino.
Para Deborah Duprat, embora o texto constitucional garanta às universidades autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, este tem sido um desafio que as instituições ainda não conseguiram superar. Entretanto, advertiu a procuradora, o Poder Executivo não pode invalidar a Lei Orçamentária Anual aprovada pelo Legislativo. Afirmou, nesse sentido, que é necessário que a população e os órgãos competentes tenham acesso a qualquer documento do governo que justifique a redução do empenho no setor da educação.
A Emenda Constitucional 95/2016, que congelou por duas décadas os investimentos nas áreas sociais (afetando, sobretudo, saúde, educação e segurança social) também foi mencionada com preocupação pelos participantes. Segundo a procuradora, para a educação a medida foi particularmente prejudicial porque o teto de investimentos estabelecido teve como referência o ano de 2015, período no qual o setor foi alvo de três contingenciamentos, gerando uma baixa execução orçamentária.
(Com informações da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão)
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SEAD MANTÉM DIÁLOGO COM PROFESSORES
terça-feira, 7 de maio de 2019
Portel: Escolas do campo realizam Semana de Planejamento Pedagógico
A Escola Referência Ezídio Maciel, localizada na localidade Boa Vista (comunidade São Bento), também realizou sua formação pedagógica, sob a tutela dos coordenadores Cláudia Ferreira e Fredson Silva.
O evento pedagógico ocorreu no próprio prédio da escola e contou com quase todos os professores, com algumas ausências, mas nada prejudicasse o todo.
domingo, 5 de maio de 2019
Portel: Equipe sobe estrada para tirarr pontos
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Uma foto antes da partida para a estrada |
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Raso,Ciro, Joaquim, David, Gerson, Manoel Maranhense, José Maria, Maykison, Toia e Jaime |
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Vereador Ciro Alves e equipe Amigos da Estrada |
Foto 8:Frank, Prefeito Manoel Maranhense e Ciro Alves
Portel: Escola Lourdes Brasil comemora seus 28 anos com festa e ações sociais
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Plateia lotou as arquibancadas da quadra poliesportiva da escola |
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Grupo de dança |
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15 computadores novos na caixa beneficiarão os alunos |
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Manoel Maranhense, ao lado secretário Valdo: a importância dos computadores |
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Gestora Rosilete agradecendo ao prefeito Manoel Maranhense |
A Diretora Escolar, Rosilete Camapu agradeceu ao prefeito de Portel Manoel Oliveira Santos, ao secretário de educação de Portel Prof. #ValdoParanhos pelo apoio e pela doação dos 15 computadores para reativação do laboratório de informática da escola.
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Batuque Lourdiano |
Portel: Seletiva define atletas que participarão do JEP's Paraense
A Delegação de Portel está composta pelas seguintes modalidades, categorias, gêneros e escolas, abaixo relacionadas:
1.FUTSAL FEMININO CATEGORIA "A": EMEF ABEL FIGUEIREDO
2.FUTSAL MASCULINO CATEGORIA "B": EEEM PAULINO DE BRITO
3.VOLEIBOL MASCULINO CATEGORIA "B": EEEM PAULINO DE BRITO
4.FUTSAL MASCULINO CATEGORIA "A": EMEF LOURDES BRASIL
6.VOLEIBOL FEMININO CATEGORIA "A": EMEF ABEL FIGUEIREDO
7.VOLEIBOL MASCULINO CATEGORIA "A": EMEF ABEL FIGUEIREDO
8.TÊNIS DE MESA
# CATEGORIA "A":
* MASCULINO: EMEF SÃO SEBASTIÃO TIAGO
# CATEGORIA "B":
* MASCULINO: EMEF ABEL FIGUEIREDO
* FEMININO: EEEM PAULINO DE BRITO
9.XADREZ
# CATEGORIA "A"
* MASCULINO: EMEF DILMA CARVALHO
* FEMININO: EMEF SÃO SEBASTIÃO TIAGO
XADREZ
# CATEGORIA "B":
* MASCULINO: EEEM PAULINO DE BRITO
* FEMININO: EEEM PAULINO DE BRITO
Os Jogos Estudantis Paraenses - JEPS, são organizados pelo Núcleo de Esporte e Lazer/NEL, da SEDUC PARÁ e está nos seus 61 anos de existência
Este ano a Etapa Regional será sediada no Município de Muaná, no período de 13 a 17 de junho.
Fonte: Prof Sileyde Rocha/Coordenadora da COMEF/SEMED