Escândalo! Diretor transa em cima de barco da diretoria e assunt ganha dimensão do tamanho do governo de Pedro Barbosa.
Além disso, professor do Acutipereira come mulher de entregador de mercadoria e vira chacota Municipal em redes sociais. O casal ofendido se separou e o do corno continua numa Boa.
8
"GOVERNO QUE COMEÇA TRUCULENTO, TERMINA TRUCULENTO" - RONALDO DE DEUS, NOV. 2016
Nossa luta pela transparência continua. Aqui você sabe quanto foi repasado à conta do FUNDEB
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Periféricas sexuais
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
MPF no Pará entra com ações por improbidade contra Duciomar Costa por desvio de R$ 216 milhões
Ações são novo resultado das investigações que levaram à operação Forte do Castelo e que já motivaram o ajuizamento de denúncias criminais
O Ministério Público Federal (MPF) enviou à Justiça seis ações por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Belém e ex-senador Duciomar Gomes da Costa (PTB) pelo desvio de R$ 216.783.250 entre 2005 e 2012.
Também foram acusadas outras 14 pessoas e seis empresas envolvidas nas fraudes na contratação de empresas para a realização de obras de urbanização na capital paraense e para a prestação de serviços de comunicação social à prefeitura.
As ações são novas consequências das investigações que resultaram na operação Forte do Castelo, realizada em 1º de dezembro em Belém, Ananindeua (PA), São Paulo (SP), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG), com o cumprimento de quatro mandados de prisão temporária, 14 de busca e apreensão e três de condução coercitiva.
Caso condenados, os acusados terão que devolver os valores desviados, terão que pagar multa igual ao triplo dos valores adquiridos ilegalmente e ficarão proibidos de fazer contratos com o poder público por dez anos, além de ficarem com os direitos políticos suspensos por dez anos e perderem funções públicas que eventualmente ocupem hoje em dia.
Esquema – Assinadas pelos procuradores da República Alan Mansur e Ubir
atan Cazetta, as ações detalham a formação de um esquema que o MPF chamou de “verdadeira apropriação privada de contratos públicos”: pessoas ligadas ao ex-prefeito criaram ou tornaram-se sócias de empresas e, a partir daí, essas empresas passaram a conseguir contratos com a prefeitura por meio de processos que restringiam a participação de outras empresas.
As ações tratam dos contratos para gerenciamento e supervisão das obras da urbanização da Bacia do Paracuri (R$ 1.470.074,67), para execução de obras de infraestrutura nas sub-bacias 3 e 4 da Estrada Nova (R$ 128.502.746,15), gerenciamento e supervisão de obras de urbanização da sub-bacia II da Estrada Nova – urbanização de favelas (R$ 1.468.150,67), prestação de serviços de comunicação, marketing e realização de eventos para a prefeitura (R$ 42.877.642,01), requalificação do complexo viário do Entroncamento (R$ 34.736.664,56), e repasses injustificados de recursos referentes às obras do BRT e do Portal da Amazônia (R$ 7.727.972,07).
Uma das empresárias de fachada, segundo o MPF, é a companheira de Duciomar Costa, Elaine Baía Pereira. Em 2003 ela – que tem um filho com o ex-prefeito – declarou à Receita não ter nenhum bem. Em 2012, último ano do segundo mandato de Duciomar, Elaine Pereira já tinha patrimônio declarado de R$ 9 milhões, e chegou aos R$ 12 milhões declarados em 2015. Além disso Elaine é a sócia das construtoras SBC e Metrópole, que possuem um conjunto de bens avaliado em R$ 110 milhões.
O mesmo tipo de inflação patrimonial se repetiu com outros sócios e administradores das empresas privilegiadas pela prefeitura, todos ligados a Duciomar Costa: Ilza Baía Pereira, irmã da companheira de Duciomar Costa, conseguiu ampliar o patrimônio de R$ 82 mil reais em 2008 para quase R$ 2 milhões em 2015.
Um dos ex-assessores, Célio Souza, foi contratado em 2008 pela prefeitura para trabalhar como gari. Em 2015 já tinha um patrimônio de R$ 1,6 milhão.
Os procuradores da República observam que grande parte das empresas citadas foram constituídas ou retomaram as atividades empresariais em 2005, tendo passado a apresentar valores de faturamento declarado superiores a centenas de milhares de reais, por um curto prazo de tempo (cerca de um a três anos) – justamente durante os mandatos de Duciomar Costa –, e depois ficaram inativas ou não apresentaram declaração à Receita Federal.
Obstáculos – Entre os obstáculos que o grupo criava para barrar nas licitações as empresas concorrentes estavam, por exemplo, a exigência da apresentação de documentos ou de garantias contábeis não previstos na legislação como obrigatórios para participação em licitação, a não divulgação de dados básicos – como o endereço em que a obra deveria ser realizada –, o impedimento à participação de consórcios sem que houvesse justificativa técnica para essa decisão, a publicação de editais nas vésperas de feriados, o estabelecimento de prazos bastante curtos para a apresentação de informações pelas empresas participantes, a realização de contatos prévios com empresas vencedoras – fora das páginas dos processos –, a exigência de que as empresas contratassem funcionários apenas para poderem concorrer aos contratos, e até a instituição de cláusulas que impediam a contestação dos resultados dos processos licitatórios.
“Ora, os achados na investigação indicam que a elaboração de editais com cláusulas tão restritivas tinha o claro intuito de não somente restringir a ampla participação de empresas interessadas, mas também de já direcionar o resultado de modo a favorecer determinadas empresas. Curiosamente as empresas participantes e vencedoras dos certames licitatórios realizados pela prefeitura de Belém no período analisado tinham por sócios pessoas direta ou indiretamente ligadas ao ex-senador e ex-prefeito Duciomar Costa, sem capacidade econômico-financeira compatível com o porte das licitações, dessumindo-se, então, que a licitação foi mero expediente para captar os recursos públicos”, destacam os membros do MPF.
Repasses – Além de fraudes na contratação de empresas de pessoas ligadas ao ex-prefeito, as investigações também detectaram que uma dessas empresas, a construtora Metrópole – de propriedade das irmãs Elaine Baía Pereira e Ilza Baía Pereira –, recebeu repasses da Andrade Gutierrez, companhia também acusada de envolvimento em desvios de recursos da prefeitura.
Apesar de não ter funcionários, a Metrópole foi contratada pela prefeitura. A partir daí começou a receber recursos das empresas Andrade Gutierrez Engenharia e Construtora Andrade Gutierrez. Os repasses são diretamente relacionados aos períodos de acerto, licitação e contrato das obras dos projetos Portal da Amazônia e BRT, observam na ação os procuradores da República Alan Mansur e Ubiratan Cazetta.
“Os repasses foram feitos pela Andrade Gutierrez de forma gratuita à empresa Metrópole, que era de propriedade de Elaine Baía (atual companheira de Duciomar), Ilza Baía (irmã de Elaine), Adriano Andrey (genro de Duciomar) e Célio Araújo (diretamente ligado a Duciomar) para obter vantagens em licitações, acertos e contratos das obras Portal da Amazônia e BRT-Belém junto à prefeitura de Belém”, registra uma das ações.
A partir de ação do MPF, a Justiça Federal no Pará chegou a anular a concorrência pública realizada para selecionar a construtora do Portal da Amazônia, em que a Andrade Gutierrez saiu vencedora, mas o Tribunal Regional Federal, em Brasília, derrubou a decisão.
Na ação, o MPF havia denunciado que a licitação se baseou apenas em estudos preliminares, sem o rigor exigido legalmente em relação ao detalhamento da obra, e que a licitação foi realizada antes dos estudos de impacto ambiental.
No caso do BRT, licitação também vencida pela Andrade Gutierrez, a Justiça Federal acolheu o pedido do MPF e condenou o ex-prefeito e a ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação da prefeitura Suely Costa Melo a devolver R$ 42,9 milhões aos cofres públicos, além do pagamento de multa individual de R$ 4,9 milhões.
Entre as irregularidades estavam a falta de abertura de novo prazo para recebimento de propostas após retificação do edital, ausência de recursos orçamentários que garantissem o pagamento das obrigações e incompatibilidade entre o projeto da prefeitura e o projeto do governo estadual para o trânsito da capital.
Denúncias – As informações levantadas pelo MPF durante as investigações do caso Forte do Castelo – investigações que tiveram o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal – também resultaram este mês no oferecimento de denúncia criminal contra o ex-prefeito e seis outros envolvidos com as fraudes.
Eles são acusados de formação de quadrilha, fraude a licitação e de crime de responsabilidade, que podem resultar em condenação à prisão, devolução do dinheiro desviado aos cofres públicos e indenização por danos morais à coletividade.
O MPF pede que eles sejam obrigados a ressarcir os cofres públicos em cerca de R$ 130 milhões, valor das três licitações que fraudaram e, ainda, a pagar indenizações por danos morais à coletividade no valor de R$ 4 milhões para Duciomar Costa, Elaine e Ilza Baía Pereira, de R$ 1 milhão, para Jean Nunes, Célio Souza e Fernando Salerno e de R$ 50 mil para Paulo Fernando Vieira.
Outros processos – Além de ter sido impedido de concorrer nas eleições de 2014 e 2016 por ter sido condenado por abuso de poder político nas eleições de 2008, Duciomar Costa está inelegível pelos próximos oito anos com base na lei da Ficha Limpa, por ter sido condenado pela Justiça Federal em outro processo aberto a partir de ação do MPF.
Além das ações decorrentes das investigações do caso Forte do Castelo, o ex-prefeito responde a 15 processos na Justiça Federal e 13 processos na Justiça Estadual, a maioria por improbidade administrativa.
Acusados nas ações por improbidade do caso Forte do Castelo:
Adriano Andrey Carreira Nunes
Alcidemar Guimarães Leal
Ana Emília Brito Leitão Siqueira
Andrade Gutierrez Engenharia S/A
B. A. Meio Ambiente Ltda. (acusada em duas ações)
Célio Araújo de Souza (acusado em três ações)
Délcio Donato Pantoja Oliveira
Duciomar Gomes da Costa (acusado nas seis ações)
Edson Evangelista Marinho Filho
Elaine Baía Pereira (acusada em quatro ações)
Fernando Benatti Salerno
I9 Mais Serviços de Comunicação Ltda. - ME
Ilza Baía Pereira (acusada em cinco ações)
Jean de Jesus Nunes (acusado em duas ações)
Márcio Barros Rocha
Maria de Nazaré Brito Siqueira
Metrópole Construção e Serviços de Limpeza Ltda.
Paulo Fernando Colares de Oliveira Vieira
SBC - Sistema Brasileiro de Construção Ltda. (acusada em quatro ações)
Uni Engenharia e Comércio
Yuseff Leo Leitão Siqueira
Números dos processos:
1003247-48.2017.4.01.3900, 1003252-70.2017.4.01.3900, 1003254-40.2017.4.01.3900, 1003292-52.2017.4.01.3900, 1003299-44.2017.4.01.3900, e 1003314-13.2017.4.01.3900
Íntegras das ações:
As íntegras das ações estão sendo editadas para retirada de dados sigilosos e ainda nesta quarta-feira (27/12) serão publicadas
no site do MPF no Pará, em
.
Notícias r
elacionadas
:
MPF denuncia Duciomar e mais seis por desvio de verbas públicas
A pedido do MPF, Justiça bloqueia bens do ex-prefeito de Belém Duciomar Costa
Ex-prefeito de Belém Duciomar Costa é preso em operação do MPF
Duciomar Costa está impedido de se candidatar a cargos políticos pelos próximos 8 anos
Ex-prefeito de Belém (PA) Duciomar Costa é multado em R$ 100 mil por improbidade
MPF/PA: Justiça decreta bloqueio de bens do ex-prefeito Duciomar Costa
MPF/PA: condenado funcionário que recebeu do Senado e de prefeitura ao mesmo tempo
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 98403-9943 / 98402-2708
prpa-ascom@mpf.mp.br
www.mpf.mp.br/pa
www.twitter.com/MPF_PA
www.facebook.com/MPFederal
www.youtube.com/canalmpf
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Portel: Juiz cassa vereador Mack Lima
Vereador eleito no pleito passado no município de Portel teve diploma cassado no último 13 de dezembro de 2017. A canetada dada pelo Juiz Eleitoral da 44a Zona Eleitoral José Leonardo Pessoa Valença prevê ainda multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais) ao vereador Mack Lima (E lucrar Barbosa Lima) e também ao seu pai Erivaldo Correa Lima, conhecido como Pastor Eri.
O ato do juiz foi em face de abuso do poder econômico. Para a prática da compra de votos, Lima teria se utilizado de vales compras para aquisição de mercadorias, dentre outros.
domingo, 17 de dezembro de 2017
Portel: Caçador é morto por pistoleiros grileiros de terras
Um caçador foi morto com armamento de alto calibre quando tentava conseguir animais silvestres para o sustento de sua família.
O fato, não noticiado pela mídia tradicional, aconteceu na região do Pracuru, cerca de 15 horas de viagem da sede do município de Portel.
Até agora há suspeitas de que os assassinos sejam do Estado de Tocantins. Já expulsaram grande parte dos ribeirinhos tradicionais da região, logo abaixo da região conhecida como Canadá.
Portel: poluição próximo ao hospital
Estive neste domingo 17/12 na praia Arucará, uma das principais do município de Portel. Fiquei quase surdo.
Ali é aprazível. Sol, vento delicioso, uma vista de extasiar. Mas... o som alto quase rompe os tímpanos.
Eu estava.no meio do "tiroteio" da competição pra ver quem tocava o som mais alto da praia.
A fiscalização dorme. Atenção, autoridades. Assim não dá. E tudo próximo ao hospital público.
sábado, 16 de dezembro de 2017
Presidente da Câmara de Breves quase linchado pela população
Na quinta (14/12), um clima de grandes tensões na seção da Câmara Municipal de Breves que pretendia votar o projeto de lei 020/2017 de autoria do Poder Executivo que desfigura de forma nefasta o PCCR dos trabalhadores em educação de Breves. Devido a pressão exercida pela categoria, a sessão foi interrompida e, mesmo com negociações estabelecidas entre representantes do SINTEPP e do poder legislativo, por decisão do presidente da Casa, a seção foi cancelada. "Ressaltamos que o tumulto foi exclusivamente causado pela forma arrogante e e autoritária como o presidente Walter Carneiro (PDT) tentou conduzir o processo de leitura e aprovação do projeto de lei. A dispersão dos membros do Parlamento Municipal foi bastante conturbada, devido ao nível de descontentamento dos manifestantes com o conteúdo do projeto e com a postura grosseira de muitos parlamentares", assim se manifestou sindicato. Na saída, o presidente da câmara precisou ser escoltado por um dos coordenadores do sindicato, juntamente com a polícia militar e guarda municipal, para que se evitasse agressão. Posteriormente, em conversa com a liderança do governo no parlamento e com o próprio presidente da câmara, foi sugerida uma nova sessão para a próxima terça-feira (19/12) para que a matéria seja novamente discutida e votada, o que ainda será avaliado pela categoria. Cópia do relatório do projeto de lei foi disponibilizado à Coordenação do sindicato para estudos e simulação salarial. Segundo o SINTEPP, os trabalhadores em educação de Breves não aceitarão nenhum desrespeito por parte do governo municipal, pois toda essa tensão e clima de incertezas foram criadas e promovidas pelo prefeito Toninho Barbosa (PMDB) e seu secretário de educação Carlos Élvio das Neves, quando propõem retirar direitos da categoria, reduzir o ano letivo dos alunos, acabar com a democracia nas escolas, dentre outras ações eivadas de equívocos e vícios de origem. Mais uma vez, a categoria demonstra postura de firmeza em relação ao seu verdadeiro papel de agentes transformadores da sociedade e de comportamento afirmativo em relação a manutenção dos direitos conquistados por meio de tantas lutas. "Não vamos aceitar a retirada de direitos sem resistência e luta!, afirmou a coordenação do sindicato.
"Continuaremos vigilantes e firmes no propósito de evitar que esses ataques promovidos pela gestão municipal com o apoio da maioria dos vereadores se efetivem e prejudiquem milhares de servidores na sua capacidade de subsistência e alimentar. Diante disso, a ocupação do prédio da câmara municipal continua e sua eventual desocupação será avaliada hoje pelos trabalhadores que legitimamente ocupam um espaço que é deles. Não vamos recuar", finalizou a coordenação
COORDENAÇÃO DA SUBSEDE DE BREVES.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
CÂMARA DE BREVES OCUPADA PELOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO
Os trabalhadores em educação da rede de ensino de Breves, maior município da região do Marajó, ocuparam na tarde de hoje (13/12) a Câmara Municipal de Vereadores. Os servidores exigem a retirada de pauta na seção de amanhã dos projetos de leis de iniciativa do poder executivo que alteram o plano de cargos, carreira e salários dos servidores da educação. Os projetos causam redução que vão de R$ 300 a R$ 2.000 reais nos salários dos servidores. O sindicato da categoria (SINTEPP) reclama que os projetos não foram debatidos com a categoria e que ferem dispositivos constitucionais como o da irredutibilidade de salários. A polícia militar, através do Grupo Tático de Operações, a guarda municipal e o comando de policiamento regional III foram acionados e estão no local, pois os manifestantes prometem pernoitar no prédio e não sair do prédio enquanto o projeto não for retirado de pauta e oportunizado aos representantes da categoria a possibilidade de propor mudanças nos projetos de leis.
MPF pede apuração urgente sobre ataques de pistoleiros a acampamento do MST no Pará
Em ofício enviado ontem, foram pedidas providências à Polícia Federal, à Secretaria de Segurança Pública do Pará, à Polícia Civil e à Ouvidoria Agrária Nacional
O Ministério Público Federal (MPF) enviou ofício a autoridades de segurança pública pedindo providências urgentes para apuração sobre ataques de pistoleiros contra um acampamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Marabá, no sudeste do Pará. Os ofícios foram enviados à Polícia Federal, à Secretaria de Segurança Pública, à Delegacia de Conflitos Agrários e à Ouvidoria Agrária Nacional.
O acampamento Hugo Chavez, com 300 famílias sem-terra, foi formado dentro da fazenda Santa Tereza e estava com previsão de reintegração de posse (despejo) para hoje, 13 de dezembro. Por esse motivo, já estava sendo desmontado. Mas na segunda-feira (11 de dezembro), segundo os relatos das famílias, foi atacado por homens fortemente armados, que chegaram em duas camionetes.
O coordenador do MST no Pará, Ulisses Manaças, denunciou à imprensa e nas redes sociais que crianças e mulheres ficaram na linha de tiro. Fotos com cartuchos encontrados no acampamento após o ataque também circularam nas redes sociais. Com o ataque, a reintegração de posse, que seria voluntária, foi suspensa.
Em reunião na Vara Agrária de Marabá, os envolvidos fizeram um acordo para que o despejo ocorra amanhã (14 de dezembro) e seja feito de maneira voluntária: os próprios acampados vão se retirar. Na reunião com o juiz agrário, em que foi feito o acordo, estavam presentes os advogados das partes, da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Pará, do Ministério Público do Estado, da Defensoria Pública do Estado, da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Conselho Tutelar de Marabá.
Urgência
No pedido enviado às autoridades para apuração do ataque a tiros, o MPF ressalta a urgência, considera a gravidade dos fatos noticiados, aponta a necessidade de acompanhamento de questões que possam envolver graves violações de direitos humanos e lembra o recente caso do massacre de Pau D'Arco, no município de Redenção, também no sudeste do Pará, que deixou 10 trabalhadores rurais mortos em maio desse ano.
O MPF solicitou o envio de uma equipe da PF ao local dos fatos para apuração, questionou a Secretaria de Segurança Pública do Pará e a Delegacia de Conflitos Agrários sobre quais medidas foram adotadas sobre o ataque e enviou o caso à Ouvidoria Agrária Nacional, para conhecimento e adoção das medidas cabíveis.
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 98403-9943 / 98402-2708
prpa-ascom@mpf.mp.br
www.mpf.mp.br/pa
www.twitter.com/MPF_PA
www.facebook.com/MPFederal
www.youtube.com/canalmpf
domingo, 10 de dezembro de 2017
Eleição 2018: ouvindo o povo
Em 2016, no fim da rua 2 de Fevereiro, falei que os homens e as mulheres.mais animados dos comícios da eleição daquele ano eram dois idosos. Encontrei um deles, catando latas de alumínio na praia do Arucará.
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Breves: pirata morre em assalto à lancha
Parece que os Nobres estão sem sorte e viraram alvo de piratas. Duas de suas embarcações foram vítimas de assaltos.
Na primeira investida, os ladrões se deram bem, levando pertences da tripulação e de usuários de um barco.
Na segunda, no entanto, um dos assaltantes ficou estrado na lancha que opera no trajeto Macapa-Breves. Os comparsas ainda estavam sendo perseguidos.
Esse último incidente aconteceu próximo à escola Tiradentes, entre a Lawton e Mainardi.
Portel: ITERPA entrega título definitivo de gleba
A equipe técnica do ITERPA já está em Portel e recebe todo apoio do Governo Municipal por meio da SEDE (Secretaria de Desenvolvimento) e já se deslocou para fazer o Georreferenciamento da Comunidade Quilombola São Tomé de Tuaçú (no Acutipereira), a entrega do título definitivo de terra um sonho de décadas está previsto para ser entregue no aniversário de 260 anos do Município de Portel, no ano de 2018.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Portel: pistoleiros assustam trabalhadores na estrada Portel-Acutipereira
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
MPF quer celeridade na regularização de territórios de comunidades quilombolas
Processos chegam a durar décadas. STJ e TRF1 já se posicionaram sobre a possibilidade de fixação, pelo Poder Judiciário, de prazo razoável para processos de demarcação de terras
Foto: Carlos Penteado - Divulgação: Comissão Pró-Índio de SP
O Ministério Público Federal (MPF) na 1ª Região, em reiteradas manifestações, pede a celeridade da Administração Federal nos processos de regularização e titulação de territórios de comunidades quilombolas, que se arrastam por anos – em alguns casos décadas -, prejudicando direitos fundamentais inerentes a essas populações. Violações atacam princípios da Constituição Federal, entre eles, da legalidade, da eficiência e da razoável duração do processo e ensejam situações de dano moral coletivo, indenizações e multas.
É o caso das comunidades de Lagoa dos Índios, no Amapá, do Alto Trombetas, no Pará, do Barro Vermelho, no Maranhão, e do Quilombo da Caçandoca, em São Paulo. Em quatro pareceres distintos, o procurador regional da República Felício Pontes Jr. destaca a não conclusão dos processos administrativos de titulação de território quilombola junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) iniciados há mais de 10 anos e pede celeridade no processo. Para o procurador, a mora da Administração viola direitos fundamentais da comunidade quilombola, uma vez que a falta de regularização fundiária impede a aplicação de uma série de políticas públicas, como saúde e educação, já que são condicionadas ao reconhecimento territorial, além de impedir a própria sobrevivência das comunidades.
"É fato que a titulação de terras quilombolas no Brasil vem caindo vertiginosamente. São raros os casos nos últimos anos de publicações de RTIDs e de Portarias de Reconhecimento." - afirma o procurador, em parecer referente ao Processo 0004405-91.2013.4.01.3902/PA, sobre o procedimento de reconhecimento da comunidade quilombola de Alto Trombetas (PA) iniciado em 2004. Somente em 2008 foi constituído um grupo de trabalho para a confecção do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID), concluído em 2011, pendente, então, apenas a publicação, o que até o momento não aconteceu.
Situação similar vive a comunidade quilombola de Lagoa dos Índios (AP) relativo ao processo 0000024-50.2015.4.01.3100/AP. O processo administrativo para a identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas pela comunidade foi instaurado em 2004, sem sua finalização até a presente data. Segundo o MPF, a omissão do Incra e da Fundação Cultural Palmares (FCP), envolvidas na ação, é clara violação aos princípios da legalidade, da eficiência e da razoável duração do processo (artigos 37, caput, 5º, LXXVIII, da Constituição Federal).
"Essa constatação leva a população quilombola, no mais das vezes via MPF, buscar um provimento judicial. Com efeito, a demora na condução dos procedimentos ofende princípios básicos da Administração pública, em relação a eficiência, a legalidade e da moralidade, com grave comprometimento do direito fundamental à duração razoável do processo administrativo". Segundo Felício Pontes, nenhum prazo foi respeitado pelo Incra, no caso concreto, e nos últimos 27 anos, o Instituto concluiu cerca de 3% da demanda de regularização quilombola. São mais de 1.200 processos administrativos nos escaninhos da autarquia federal.
Na ação referente a Lagoa dos Índios (AP), o procurador pede o provimento de recurso do próprio MPF, para que seja arbitrado dano moral coletivo. A apelação, interposta pelo Incra e pela FCP, é contra a sentença do primeiro grau que os condenou na obrigação de concluir o processoadministrativo de delimitação e demarcação da área da comunidade no prazo de 2 anos.
O imbróglio em relação a titularidade de áreas quilombolas afeta a prestação de serviços públicos, como acontece com o povoado de Barro Vermelho, no município de Chapadinha (MA). A União, a Centrais Elétricas Brasileiras S/A e a Companhia Energética do Maranhão (CEMAR) foram condenadas a adotar medidas para a implantação do programa Luz para Todos na localidade. Em apelação, a CEMAR alega que o fornecimento de energia elétrica passa necessariamente pela regularização da titularidade da área, que encontra-se em andamento no Incra.
O MPF requereu o desprovimento da apelação, por entender que a distribuição de energia elétrica constitui verdadeiro poder-dever da Administração Pública para a prestação de serviços públicos, devendo adotar as providências que a lei lhe confere para a efetivação do interesse público.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já se posicionou sobre a possibilidade de fixação, pelo Poder Judiciário, de prazo razoável para que o Poder Executivo proceda à demarcação de terras indígenas, cujos fundamentos, por analogia, podem ser aplicados no caso de demarcação de terras quilombolas. E o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) já definiu, tendo em vista o caso do território quilombola de Trombetas (PA) que há necessidade de determinação de prazo razoável para conclusão do processo.
Entenda o processo de regularização de territórios quilombolas - O Decreto nº 4.887/03, que regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos, transferiu do Ministério da Cultura (Fundação Cultural Palmares) para o Incra a atribuição para a regularização dessas terras, por meio da Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária, da Coordenação Geral de Regularização de Territórios Quilombolas (DFQ) e, nas Superintendências Regionais, dos Serviços de Regularização de Territórios Quilombolas.
Com base na Instrução Normativa 57, do Incra, de 20 de outubro de 2009, cabe às comunidades interessadas encaminhar à Superintendência Regional do seu estado uma solicitação de abertura de procedimento administrativo, apresentando a Certidão de Registro no Cadastro Geral de Remanescentes de Comunidades de Quilombos, emitida pela Fundação Cultural Palmares.
A primeira parte dos trabalhos do Incra consiste na elaboração de um estudo da área, destinado à confecção do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) da terra. Uma segunda etapa é a de recepção, análise e julgamento de eventuais manifestações de órgãos e entidades públicas e contestações de interessados. Aprovado em definitivo esse relatório, o Instituto publica uma portaria de reconhecimento que declara os limites do território quilombola.
A fase seguinte do processo administrativo corresponde à regularização fundiária, com desintrusão de ocupantes não quilombolas mediante desapropriação e/ou pagamento de indenização e demarcação do território. O processo culmina com a concessão do título de propriedade à comunidade, que é coletivo, pró-indiviso e em nome da associação da comunidade da área, registrado no cartório de imóveis, sem qualquer ônus financeiro para a comunidade beneficiada.
Em suma, pode-se visualizar as seguintes fases:
Assessoria de Comunicação
Procuradoria Regional da República da 1ª Região
(61) 3317-4583/ 4862
www.mpf.mp.br/regiao1
Twitter: @MPF_PRR1
MPF não comparecerá a audiências públicas da Ferrogrão depois de recusa da ANTT em respeitar direitos de indígenas e ribeirinhos
Agência se recusou a acatar a recomendação emitida no dia 7 de novembro e vai realizar audiências sem levar em conta riscos socioambientais e aos cofres públicos
MPF não comparecerá a audiências públicas da Ferrogrão depois de recusa da ANTT em respeitar direitos de indígenas e ribeirinhos
ANTT se recusou a acatar a recomendação do MPF e manteve audiências desrespeitando direitos de indígenas e ribeirinhos(imagem ilustrativa por annca, em licença CC0, via pixabay.com)
Em nota assinada por procuradores da República do Pará, Mato Grosso e Brasília, o Ministério Público Federal (MPF) informa que não comparecerá às audiências públicas sobre a Ferrovia do Grão (Ferrogrão), agendadas para começar hoje (22), em Cuiabá. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) se recusou a acatar a recomendação que apontava uma séries de riscos socioambientais e aos cofres públicos, além do desrespeito a direitos de indígenas e ribeirinhos, com a realização das audiências antes das consultas aos povos afetados.
Para o MPF, é ilegal a realização de audiências públicas sem consulta e consentimento prévios, livres e informados de pelo menos 19 comunidades indígenas já identificadas ao longo do trajeto da ferrovia, além de ribeirinhos, agroextrativistas e outras comunidades tradicionais sujeitas a impactos. Inicialmente, estavam previstas audiências públicas apenas em Belém, Cuiabá e Brasília, o que certamente impediria a participação das pessoas diretamente afetadas pelo traçado da ferrovia, que está prevista para ligar Sinop, no Mato Grosso, a Itaituba, no Pará.
Após a recomendação do MPF, a ANTT anunciou que fará também audiências em Itaituba, Novo Progresso e Sinop. De acordo com a nota emitida hoje, mesmo sendo realizadas em mais locais, “as audiências desrespeitam o direito indisponível dos povos indígenas e comunidades tradicionais de, com precedência e conforme seus próprios protocolos de consulta, efetivamente participarem do processo de deliberação sobre a FR-170 Ferrogrão, projeto que tem potencial para afetar sobremaneira seu território e modo de vida”.
A nota é assinada pelos procuradores da República Paulo de Tarso Moreira de Oliveira, Patrick Colares e Camões Boaventura, que atuam no Pará, Malê de Aragão Frazão e Ricardo Pael Ardenghi, que atuam no Mato Grosso, Felipe Fritz Braga, do Distrito Federal e Felício Pontes Júnior, da 6a Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, em Brasília. Os procuradores alertam que a homologação dos estudos para a concessão da ferrovia sem a consulta aos indígenas e às populações dos municípios diretamente impactados pode levar à anulação desses estudos, que custaram R$ 33,7 milhões aos cofres públicos, e tornar ilegal todo o processo da concessão da ferrovia.
De acordo com os procuradores da República, o relatório de viabilidade técnica da ferrovia homologado pelo Ministério dos Transportes sugere interpretação equivocada de portaria sobre a atuação de órgãos federais em processos de licenciamento ambiental (portaria interministerial nº 60/2015), induzindo conclusão errada de que o trajeto da ferrovia não afetaria áreas indígenas por estar a mais de dez quilômetros de distância dessas áreas. Para o MPF, essa conclusão viola o dever de informação às empresas licitantes, tendo em vista que pode haver resistência das comunidades interessadas e pedido judicial de anulação do processo de concessão, além do ajuizamento de outras ações.
Veja a nota pública do MPF
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 98403-9943 / 98402-2708
prpa-ascom@mpf.mp.br
www.mpf.mp.br/pa
www.twitter.com/MPF_PA
www.facebook.com/MPFederal
www.youtube.com/canalmpf
Ex-prefeito de Curralinho (PA) é condenado por improbidade na gestão de R$ 1,4 milhão
Decisão da Justiça Federal foi tomada a partir de ação do MPF
O ex-prefeito de Curralinho (PA) Miguel Pedro Pureza Santa Maria foi condenado pela Justiça Federal por improbidade administrativa na gestão de R$ 1,4 milhão em recursos federais que entre 2009 e 2012 deveriam ter sido destinados à educação e à erradicação do trabalho infantil no município.
A sentença foi publicada em processo aberto a partir de ação ajuizada em 2013 pelo Ministério Público Federal (MPF) com base em dados levantados por fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU).
Miguel Santa Maria terá que devolver os recursos aos cofres públicos com juros e correção monetária. Ele teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos e está proibido de fazer contratações ou de receber benefícios do poder público pelos próximos três anos.
Irregularidades – As irregularidades apontadas pelo MPF foram detectadas pela CGU no uso, pelo município, de recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e pelo Ministério do Desenvolvimento Social.
A maior parte dos recursos – R$ 977 mil – havia sido destinada aos programas de transporte escolar e qualidade na escola. O município não apresentou comprovação de despesas e cometeu irregularidades na contratação de pessoas físicas para prestar serviços de transporte escolar. Entre as irregularidades estavam a falta de formalização das contratações e de pesquisas prévias de preços.
Outros R$ 405 mil teriam que ter sido destinados à alimentação escolar, mas também não foram apresentados comprovantes dos investimentos e licitações foram feitas sem atendimento à legislação ou nem chegaram a ser realizadas.
Também não foram apresentados comprovantes do uso de R$ 64 mil que deveriam ter sido aplicados no programa de erradicação do trabalho infantil.
Processo nº 0029188-56.2013.4.01.3900 - 1ª Vara Federal em Belém (PA)
Íntegra da sentença
Acompanhamento processual
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 98403-9943 / 98402-2708
prpa-ascom@mpf.mp.br
www.mpf.mp.br/pa
www.twitter.com/MPF_PA
www.facebook.com/MPFederal
www.youtube.com/canalmpf
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
BREVES: Categoria decide manter paralisação
AGENDA DE LUTAS
- Segunda-feira (20/11): 8h - ato em frente a Prefeitura;
Retorspectiva do blog é a mais fedorenta dos últimos anos
![]() |
O que estaria por trás dos panos? - desenho de Ronaldo de Deus |
Portel: briga se acentua por ocupação de cargo de direção escolar
![]() |
O atual diretor não parece nada incomodado com eleição |
Diretores que estão fazendo um bom trabalho e chamam a atenção da sociedade parecem nada preocupados com o processo eletivo. O diretor da escola Alcides Monteiro, por exemplo, não está nem se coçando.
BREVES: IFPA prorroga inscrições 2018
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
CATEGORIA DELIBERA PELA PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES NOS DIAS 16 E 17/11 QUINTA E SEXTA-FEIRA
Os trabalhadores em educação da rede pública de ensino do Município de Breves, na Regional Marajó, após amplo debate sobre os diversos problemas educacionais causados pela má gestão da Secretaria Municipal de Educação, deliberaram no dia 14/11 pela paralisação das atividades durante os dias 16 e 17/11, quinta e sexta-feira.
Dentre as motivações para a paralisação destacam-se a falta de pagamento salarial de todos os servidores não-docentes e dos docentes temporários, a falta de atualização das horas de planejamento, a tentativa do Governo Municipal em reduzir o número de dias do calendário letivo no meio rural, dentre outras.
A categoria avaliou como negativo o fato do Secretário de Educação, Carlos Élvio das Neves Paes, ter apontado a data do suposto pagamento do mês de outubro somente para o dia 20 ou 23 de novembro, sob a alegação de falta de recurso financeiro e, até agora não ter criado nenhum mecanismo de controle dos gastos públicos que assegure o pagamento salario em dia. “Os trabalhadores em educação não podem ser penalizados pela má gestão dos recursos educacionais, pelo inchaço na folha e pelo descontrole total dos gastos da Secretaria para manter os acordos políticos do governo”, ressaltou o coordenador Fabio Paes durante a assembleia geral da categoria.
Em reunião com o secretário de educação, os representantes do SINTEPP requerem uma agenda direta com o prefeito Toninho Barbosa (PMDB) para cobrarem providências imediatas em relação à falta de pagamento e a execução de medidas administrativas capazes de corrigir as irregularidades identificadas pelo Conselho do FUNDEB na folha de pagamento da educação.
Por sua vez, a Secretaria de Educação (SEMED) apontou que os próximos pagamentos poderão ocorrer de modo fragmentado sob a alegação de limitação financeira, ou seja, os meses vencidos serão pagos com recursos da receita corrente futura. Em outras palavras, o pagamento de outubro, vem sendo feito com recursos repassados no mês de novembro, o pagamento de novembro será feito com repasses do mês de novembro e, assim sucessivamente. E ainda alertou que o pagamento do 13º salário poderá ser feito a apenas uma parte da categoria no final do mês de dezembro.
Diante de total descontrole no trato com os recursos públicos e desrespeito total com a categoria, que precisa se alimentar e pagar as suas contas, os trabalhadores em educação decidiram paralisar suas atividades quinta e sexta-feira, 16 e 17/11, respectivamente e, assim, contar com o bom senso e o compromisso do Governo Municipal em realizar as medidas necessárias que garantam o pagamento correto da categoria.
ACOMPANHE ABAIXO A AGENDA DE LUTAS DA CATEGORIA
16/11 (quinta-feira)
09h - AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA MUNICIPAL PARA APRESENTAÇÃO DA PLANILHAS DE RECEITAS E DESPESAS DO FUNDEB 2017 E RELATÓRIO DE CORREÇÃO DA LOTAÇÃO;
16h30min – CAMINHADA PELAS RUAS DA CIDADE (Concentração em frente à Escola Miguel Bitar);
17/11 (sexta-feira)
8h - ATO PÚBLICO EM FRENTE À PREFEITURA;
14h – SEMINÁRIO SOBRE GESTÃO DEMOCRÁTICA E CONTROLE SOCIAL NA EDUCAÇÃO (Auditório do SINTEPP);
16h30min – ASSEMBLEIA GERAL (Auditório do SINTEPP)
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Meu aniversário em 2017
![]() |
Pepy, eu e Antônio Barbosa |
Aproveito para pedir desculpas aos amigos pelo fato de não haver convites, pois, como falei anteriormente, foi uma surpresa. E sabe de uma coisa? Essas arrumações perfeitas demais não são do meu feitio, porque às vezes dão até erradas. Gosto mesmo é de coisa arrumada na hora, que a gente vai construindo e tudo fica bem mais gostoso.
![]() |
Eu e minha esposa Odineia: olha o bolo |
De manhã até desconfiei quando a Odineia pediu um dinherinho pra alguma coisa, que inclusive indaguei pra que era e ela alegou que era para os preparativos da netinha Lulu, um bebezinho fofo filho da Larissa. Depois, não fiquei matutando muito e acabei esquecendo.
No início da noite, a minha esposa me convidou pra irmos ao Boteco do Arlindo. Até a desconfiança não voltou e acho que nem voltaria mais. No fim da primeira cerveja, ela reclamou que não estava bem gelada e pediu pra eu comprar uma caixinha e irmos pra casa do Rozenildo, meu irmão. Bem, lá na esquina, a desconfiança começou, por avistar muitas motos na frente da casa.

![]() |
Larissa e seu esposo, o dançarino Fernando |
![]() |
Ana Ruth, de olho no bolo, como sempre |
![]() | |
Wesley, meu filho e eu |
![]() |
Eu e meu irmão Rozenildo. |
![]() |
Professora Domingas, Professor Luciano e Mayume |
Portel: SINTEPP realiza terceria festa do Midback em homenagem aos servidores públicos
sábado, 28 de outubro de 2017
Ausência de publicações no blog
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Justiça condena à prisão servidores do INSS no Pará
Denúncia do MPF, baseada na operação Flagelo II, indicou desvio de quase R$ 100 mil
A Justiça Federal condenou, na última segunda-feira (25/09), dois servidores públicos federais pelo desvio de R$ 93,2 mil em recursos públicos. Os réus cometeram as fraudes de 2007 a 2012 contra a agência de Castanhal do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A sentença, publicada em processo aberto a partir de denúncia do Ministério Público Federal (MPF), condena Raimundo Rosivaldo Gomes dos Santos a 13 anos, dez meses e 20 dias de prisão e a pagamento de multa, e Ana Cláudia dos Santos Accioly Ramos Barbosa a dez anos de prisão e pagamento de multa. Além disso, os réus foram condenados a perderem os cargos públicos que exerciam.
De acordo com o juiz da 3ª Vara Federal em Belém, Rubens Rollo d'Oliveira, os crimes foram sequenciais. “O servidor corrupto, quando encontra facilidades, geralmente não comete só um delito, dado que a punição seria risco maior que o benefício obtido de um delito isolado. Para compensar a perda do cargo, vários delitos são cometidos”, afirmou.
Segundo investigação realizada durante a operação Flagelo II, os acusados atuaram na agência da Previdência Social de Castanhal e utilizaram dados irregulares no sistema informatizado do INSS para receberem benefícios assistenciais à pessoa idosa. Foram constatados números de RGs incompatíveis às pessoas cadastradas e a utilização da mesma fotografia para documentos de pessoas diferentes.
Processos nºs 22272-06.2013.4.01.3900, 15502-60.2014.4.01.3900 e 17601-03.2014.4.01.3900 - 3ª Vara Federal em Belém (PA)
Íntegra da sentença
Links para acompanhamento processual:
22272-06.2013.4.01.3900
15502-60.2014.4.01.3900
17601-03.2014.4.01.3900
Yasmim Bitar
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 98403-9943 / 98402-2708
prpa-ascom@mpf.mp.br
www.mpf.mp.br/pa
www.twitter.com/MPF_PA
www.facebook.com/MPFederal
www.youtube.com/canalmpf
Nota de apoio e solidariedade ao professor BRUNO BAÍA
SETEMBRO 25, 2017
Em cumprimento à deliberação do Conselho Estadual de Representantes/CER, reunido nos dias 22 e 23.09, em Belém, o SINDICATO DAS TRABALHADORAS E DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO PÚBLICA DO PARÁ – SINTEPP, vem a público prestar total e irrestrito apoio ao Coordenador Estadual desta Entidade e Coordenador da Subsede no município de Portel, Hermison Bruno Baía Palheta, que foi surpreendido no dia 20 de setembro deste ano em sua residência pela Polícia Federal (PF), em operação que teve, segundo o delegado federal responsável, o objetivo de investigar desvios de verbas do Instituto de Previdência no Município de Portel (IMPP), o qual está com um saldo negativo de mais de R$ 70 milhões nos últimos anos; e conforme informação obtida na cidade funciona como caixa não só para Portel, mas para outros municípios da região.
Como o coordenador Bruno Baía participou do Comitê de Investimento do instituto foi ouvido pela PF, quando na oportunidade reafirmou, inclusive com documentos oficiais daquela Subsede, as denúncias feitas pelo Sintepp local, acerca de suspeitas de malversação dos recursos.
Estão apreendidos para perícia e investigação o computador e celular do professor, que também repassou aos órgãos competentes (MPE, PF e MPF), de forma voluntária, todas as denúncias que acumulou no último período.
Para a Coordenação Estadual do Sindicato o acontecimento foi positivo no sentido de que garantirá aos contribuintes do IMPP o real conhecimento e a devida medida protocolar a quem de fato recebeu propina pelo desvio de verbas do Instituto. Portanto, estendemos nosso apoio ao funcionalismo público de município que colabora significativamente para a manutenção do órgão e merece transparência e respeito na gestão do IMPP.
Nota de apoio e solidariedade ao professor BRUNO BAÍA
SETEMBRO 25, 2017
Em cumprimento à deliberação do Conselho Estadual de Representantes/CER, reunido nos dias 22 e 23.09, em Belém, o SINDICATO DAS TRABALHADORAS E DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO PÚBLICA DO PARÁ – SINTEPP, vem a público prestar total e irrestrito apoio ao Coordenador Estadual desta Entidade e Coordenador da Subsede no município de Portel, Hermison Bruno Baía Palheta, que foi surpreendido no dia 20 de setembro deste ano em sua residência pela Polícia Federal (PF), em operação que teve, segundo o delegado federal responsável, o objetivo de investigar desvios de verbas do Instituto de Previdência no Município de Portel (IMPP), o qual está com um saldo negativo de mais de R$ 70 milhões nos últimos anos; e conforme informação obtida na cidade funciona como caixa não só para Portel, mas para outros municípios da região.
Como o coordenador Bruno Baía participou do Comitê de Investimento do instituto foi ouvido pela PF, quando na oportunidade reafirmou, inclusive com documentos oficiais daquela Subsede, as denúncias feitas pelo Sintepp local, acerca de suspeitas de malversação dos recursos.
Estão apreendidos para perícia e investigação o computador e celular do professor, que também repassou aos órgãos competentes (MPE, PF e MPF), de forma voluntária, todas as denúncias que acumulou no último período.
Para a Coordenação Estadual do Sindicato o acontecimento foi positivo no sentido de que garantirá aos contribuintes do IMPP o real conhecimento e a devida medida protocolar a quem de fato recebeu propina pelo desvio de verbas do Instituto. Portanto, estendemos nosso apoio ao funcionalismo público de município que colabora significativamente para a manutenção do órgão e merece transparência e respeito na gestão do IMPP.
sábado, 23 de setembro de 2017
Portel: casal preso por tráfico de drogas
No dia 22 de setembro de 2017, por volta das 13h, a Polícia Civil prendeu o casal LEONARDO ARAÚJO DE SOUZA, VULGO "NADY" E ELIZANGELA DE SOUZA DOS SANTOS, VULGO "LIKA", pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico. Na residência dos dois, foram apreendidos 40g de maconha, 01 tubo de solução de bateria, 01 rolo de plástico, material idêntico ao utilizado para embalar a droga e dinheiro em notas trocadas. Esta é a segunda vez em que LEONARDO é preso só neste ano pelo crime de tráfico de drogas. No dia 16 de março de 2017, foi apreendido em sua casa 230g de maconha prensada e 01 balança de precisão.
Fonte: POLÍCIA CIVIL DE PORTEL
Portel: homem é preso por extorquir balseiro
No dia 20 de setembro de 2017, por volta das 16h, o senhor LUIZINHO CONCEIÇÃO SOARES, VULGO "PIRATA", foi autuado pelo crime de extorsão pela polícia civil de Portel. Nos dias anteriores a sua prisão, um proprietário de uma balsa deste município, vinha sendo ameaçado por um indivíduo que se apresentou como policial militar, o qual passou a exigir dinheiro do "balseiro" para permitir o tráfego da sua balsa nos rios da região. As investigações culminaram com a prisão do acusado, ora mencionado. Em seu interrogatorio, proprio LUIZINHO alegou ser amigo do suposto policial militar e confessou que iria levar o dinheiro oriundo da extorsão para este policial.
Fonte: POLÍCIA CIVIL DE PORTEL
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Justiça Federal condena Sérgio Cabeça e mais 11 pessoas por desvios no Cefet
A Justiça Federal condenou o ex-diretor do Centro Federal de Educação Tecnológica do Pará (Cefet), atual Instituto Federal do Pará (IFPA), Sérgio Cabeça Braz e mais 11 pessoas por improbidade administrativa. As irregularidades foram investigadas pelo Ministério Público Federal (MPF), que demonstrou à Justiça desvio e mau-uso de verbas públicas quando Cabeça era chefe da administração do Cefet. A sentença da 5ª Vara Federal responde à ação civil pública de improbidade administrativa proposta em 2005.
A sentença determina que todos os acusados tenham seus direitos políticos suspensos de oito à dez anos, sejam proibidos de receber incentivos fiscais ou créditos, além de perderem seus cargos públicos e pagarem multas que variam de 15 mil à 4 milhões de reais. Os réus devem, ainda, ressarcir os cofres públicos pelas verbas desviadas.
De acordo com a sentença, o grupo desviava recursos públicos decorrentes de convênios firmados entre prefeituras municipais, empresas particulares e o Cefet, que não eram cadastrados nas contas do Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI). Esses recursos eram depositados diretamente na conta de servidores da instituição ou repassados para contas de empresas e do Cefet para posteriormente serem encaminhadas aos funcionários.
Estima-se que mais de 103 mil reais foram desviados apenas da prefeitura de Tucuruí diretamente para contas particulares da ex-chefe de gabinete do Cefet, Maria Auxiliadora Gomes Araújo, e do ex-coordenador de planejamento, Wilson Tavares Von Paumgartten. No total, mais de 4 milhões de reais foram desviados pela administração do Cefet, decorrentes de parcerias entre a escola, prefeituras do interior paraense, o Instituto de Assistência a Saúde dos Servidores do Estado do Pará (Ipasep), a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) e a Albras.
Além disso, a prefeitura de Tucuruí, junto com as prefeituras de Parauapebas e Santarém, repassaram, nos anos de 2001 e 2002, cheques que totalizaram mais de 1 milhão de reais para a empresa MLC Terraplanagem. O condenado Luiz Fernando Gonçalves Costa era, na época, proprietário da empresa e auditor do Tribunal de Contas do Município do Estado do Pará (TCM). Os valores desviados à MLC eram, posteriormente, passados a funcionários da empresa, servidores do Cefet e terceiros.
Dessa forma, a sentença aponta que durante a investigação foram constatadas várias práticas irregulares por parte da administração do Cefet, como desvio de verbas públicas, tombamentos irregulares de bens públicos, contratações irregulares de professores substitutos, pagamentos irregulares a servidores e professores da instituição, dentre outros.
Processo nº 0009738-11.2005.4.01.3900 - 5ª Vara Federal em Belém
Acompanhamento processual
Íntegra da sentença
Yasmim Bitar.
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 98403-9943 / 98402-2708
prpa-ascom@mpf.mp.br
www.mpf.mp.br/pa
www.twitter.com/MPF_PA
www.facebook.com/MPFederal
www.youtube.com/canalmpf
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Portel: Polícia Federal faz busca e apreensão na casa de ex-diretores do IMPP
Polícia Federal chega a Portel, fruto da operação 'Olho de Tandera', que se estende ao Pará, Amapá e Tocantins
Ao todo, foram expedidos 16 mandados de busca e apreensão e 13 conduções coercitivas. A condução coercitiva ocorre quando a pessoa é levada para depor.
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (20), a operação "Olho de Tandera". Sua finalidade é investigação de crimes de gestão temerária, gestão fraudulenta, apropriação indébita especial financeira, instituição financeira irregular, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro, ocorridos em municípios do nordeste paraense, na ilha do Marajó, como Portel. Mas também em municípios localizados no Amapá e Tocantins.
Os 16 mandados de busca e apreensão e 13 conduções coercitivas foram expedidos pela 4ª Vara Criminal Federal de Belém. Ao todo, cerca de 65 policiais federais cumprem os mandados nos estados envolvidos nas fraudes.
De acordo com a PF, as investigações começaram com as suspeitas levantadas por Regimes Próprios de Previdência de municípios localizados no arquipélago do Marajó. Foram identificadas que gestões anteriores transferiram mais da metade dos recursos dos Institutos de Previdência para um grupo de empresas privadas de forma irregular.
O esquema fraudulento envolvia instituições financeiras de fachada, que funcionavam sem autorização para atuar com a gestão de recursos de terceiros, bem como no mercado de capitais, gerando um prejuízo de aproximadamente R$ 24 milhões aos cofres municipais.
Por volta das seis da manhã de hoje (20), agentes federais procederam às incumbências de busca nas residência dos ex-diretores do Instituto Municipal Previdência de Portel (IMPP).
Fonte: G1
Quadrilha de piratas desbaratada no Marajó
A Superintendência Regional do Marajo Ocidental e CPRXII, sensíveis ao aumento dos casos de roubos a embarcação promovidos por organizações criminosas conhecidos por piratas realizou hoje operação RIO SEGURO no objetivo de identificar e desmantelar tais criminosos.
Que a equipe da Polícia Civil, comandado pela Superintedente Vanessa Macêdo, escrivao Wesley, Investigadores Paulo Aragao e Augusto Raulino e GTO, comandado pelo Sgt Costa, e integrada pelo SGT CARDOSO, Cabo Alves e Soldados Deyviso, Alessandro e Gama, embarcaram na EAT 01 e saíram em direção ao principais rios que são alvos das quadrilhas.
No Rio Tajapuru recebemos denúncias importantes de ribeirinhos, que mesmo amendrontados pela periculosidade e destemor dos piratas, não exitaram em apontar os integrantes da organização criminosa que atua no Estreito de Breves, liderada pelo nacional Eduardo Custodio, pirata de alta periculosidade, conhecido pela pratica de roubos a embarcação, sendo preso eprocessado várias vezes pelos mencionados crimes.
Foi efetuado levantamento preciso de onde estava escondido parte do material oriundo do roubo a balsa Bertolini, praticado pela quadrilha de Eduardo, apurando-se que os principais integrantes são Eduardo Guimarães Custodio, Taíso Pena Vieirae Elton Costa Rodrigues,vulgo Mãozinha, os quais
estariam usando casas de familiares para esconder o material ainda não vendido.
A primeira residência a ser abordada foi do pai de Taiso, Nilton Pena Vieira, efetuando buscas na mata adentro, localizando um "Taipiri" que havia vultosa quantidade de caixas de panela da marca Brilux, roupas ainda embaladas em sacos plásticos e motores rabudos, motivo pelo qual efetuou a detenção de Nilton e Nelson Soares, cunhado de Taiso.
A segunda casa abordada foi da esposa de Elton, vulgo Mãozinha, Sra Iraci Raposo Viana, localizando-se muitas panelas novas da marca brilux, ocasião em que a mencionada mulher confessou que eram oriundas do roubo, efetuando-se também a detenção da aludida nacional
Direcionou-se para a casa do pai de Eduardo, local em que estaria escondida as armas utilizadas no crimes, bem como as embarcações que serviam para abordar as embarcações, sendo que quando a EAT se aproximou da mencionada casa deparou-se com Eduardo, o qual, ao perceber a presença policial, prontamente evadiu-se, embrenhando na Mata, ficando no local somente Raimundo Custodio, pai do assaltante. Na mencionada casa foi localizado vultosa quantidade de roupas novas ainda embaladas em sacos plásticos, 01 espingarda, 01 munição intacta de calibre 38 e a quantia de R$17.340,00 (dezessete mil, trezentos e quanta reais), além de motores rabudos, motivo pelo qual efetuou-se a detenção do aludido senhor.
Apesar das incursões efetuadas na mata adentro não obteve êxito na detenção de Eduardo, Taiso e Elton.
O material apreendido e pessoas detidas foram trazidos para Gurupa, cidade mais próxima, para as providências pertinentes.
Amanhã as diligências continuam no objetivo de apurar outros roubos a embarcação.