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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Os pré-candidatos e os dilemas na terra dos contrários

   A situação dos pré-candidatos toma rumos incertos. Se por um lado a vontade do prefeito Pedro Barbosa de fazer seu sucessor recai no nome de Rosângela Fialho, numa pífia tentativa de seguir os passos de Lula em eleger uma mulher, por outro lado seguem animados os mais jovens como Zé Diniz e Miro Pereira, ambos com menos de 50 anos de idade. Estes dois últimos foram vistos em visita ao povo ribeirinho, fato comprovado pela publicação de fotos no Facebook e amplamente divulgado via mensagens de celular por um radialista, amigo de Miro Pereira.
     Outro pré-candidato que trilha os caminhos da zona rural é o comerciante Joãozinho, também divulgado bastante por ele mesmo e amigos a cada visita ao povo do interior. Aliás, a internet já é e será um dos espaços muito utilizados nesta eleição pelos candidatos ao governo municipal. Não só pelos candidatos, como também pelos ferrenhos grupos anti-corrupção que permeiam a Grande Rede.
     A pré-candidata Rosângela Fialho, xodó de Pedro Barbosa e testa de ferro de Jorge Barbosa, aproveita as visitas da embarcação Maddona para tentar alavancar sua imagem junto ao esquecido povo interiorano. 
Sem fazer esforços para agradar o povão da cidade e do interior, os evangélicos que lideraram a pesquisa de rua promovida pelo blog Educadores de Portel, Zaqueu Freitas e Pastor Eri seguem tranquilos. Zaqueu vem com o apoio do ex-prefeito Elquias Monteiro e o vereador Neto, o mais jovem e popular dos últimos tempos. Soam alguns boatos que forças externas ao município estariam se somando ao candidato Zaqueu Freitas.
    Mas para vencer o poderio financeiro montado pelo grupo de Pedro Barbosa, alguns pré-candidatos terão que crescer um pouco mais em termos de maturidade intelectual, pois alguns se comportam com tal meninice que chegam a menosprezar o poder de fogo que Pedro utilizou na última eleição, num gasto horrendo em torno de dois milhões de reais. Só seu irmão, na ensandecida vontade de permanecer no poder, derramou a soma de 800 mil reais, numa fracassada tentativa de amealhar 5 mil votos, que redundou num fraco resultado de mil e oitocentos votos. Além da meninice, há que se considerar inclusive a falta de verba do lado dos novos sangues da política portelense e, nesse ponto, reside a fraqueza da "oposição". 
   Esta semana estaremos realizando entrevistas com figuras políticas da cidade. E a primeira a ser entrevistada é Ademar Terra, um homem que apesar de ter sido amordaçado pelo governo peemedebista, diz não ter rancor de Pedro Barbosa.

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