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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Juiz quer impedir manifestação de servidores públicos nas ruas de Portel

Depois da dura derrota na eleição do último dia 2, secretarias diversas estão sendo saqueadas pelos servidores sob a inércia dos  secretários de governo. A infraestrutura, por exemplo, está ficando igual um ferro velho, só vejo os equipamentos sendo levados, pois são em sua maioria alugados. Ficou só um monte de carro  velho quebrado.

No sentido de paralisar as ações danosas contra a administração pública, vereadores e SINTEPP buscam reunido diálogo com o novo juiz, já que o anterior já deixou a Comarca. Segundo informações, o juiz anterior foi promovido à Comarca de Mocajuba. Vale lembrar que alguns dos materiais desviados da prefeitura foram levados para Mocajuba.

As mazelas sociais vem se arrastando no município de Portel, cujo governo que não teve compromisso em fazer gestão em favor da população. No governo atual as mazelas se acentuaram drasticamente, com uma péssima gestão em que os investimentos sociais ficaram a desejar, forçando inúmeras familias a deixar seus lares e ir para outras localidades em busca de emprego e qualidade de vida.

Um pequeno grupo ligado ao governo ostenta luxo e riqueza enquanto os trabalhadores sem receber seus proventos, professores trabalham custeando materiais pedagógicos para desenvolver suas aulas e projetos da escola, alunos sem merenda em salas quentes e superlotadas, pessoal de apoio sem material de limpeza e expediente para realizar um trabalho digno no dia a dia da instituição de ensino.

E se comentarmos a respeito da situação dos trabalhadores das escolas do Campo,
os relatos serão ainda mais gritantes e revoltantes sem transporte escolar regular, sem pagamento de barqueiros, falta de merenda, ocasionando descumprimento dos 200 dias letivos. Diante de toda esse problemática todos os cidadãos devem estar unidos a exigir as garantias de seus direitos básicos e o governo cumprir com suas obrigações e responsabilidades.

O juiz novato, Agenor Cassio de Andrade, começou decepcionando a categoria, proibindo os trabalhadores a permanecerem na via pública em frente ao Fórum e não deu garantia de data para resolver as pilhas de reivindicações protocoladas no Ministério Público local. Não vi imparcialidade em sua postura de magistrado, não tendo previsto resposta ágil.

O SINTEPP diz que as propostas do governo não foram aceitas pela categoria, pois afrontam a CLT, Constituição e a própria LDB.

Na semana passada a Câmara requereu o bloqueio das contas no sentido de garantir o pagamento dos servidores na ordem de cinco meses.

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