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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Diretório do PMDB em Portel se reúne para desfazer acordo



Promessa redunda em traição a Miro Pereira
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Neste momento o diretório do PMDB em Portel reúne para tentar desfazer o acordo firmado no dia 25 de janeiro, em que ficou acertado que o candidato seria decidido através de pesquisa. O evento histórico ocorre na sede da Associação dos Servidores Publicos do Município de Portel.

Revoltados com a derrota na pesquisa encomendada ao Instituto Veritate que apontou Miro Pereira em primeiro lugar (19,2%), a ala que defende o nome da perdedora Rosângela Fialho  (7,0%) provocou uma reunião esta noite para pedir explicações sobre o acordo ao presidente do partido, Jorge Barbosa.
Os novos membros do diretório e os dinossauros brigam

De acordo com o secretário do evento realizado no início do ano, Ademir Daguias, houve um termo assinado. Porém, Pedro Barbosa, durante a reunião, afirmou que esse acordo não existe. Um assessor de Jorge Barbosa disse que Pedro Barbosa sempre se mantém em cima do muro. Mas nem todos pensam dessa forma. Nena Carvalho, duas vezes vereador no passado pela sigla, acusou frontalmente Jorge Barbosa pela indefinição. Ou seja, há mesmo uma crise grave no meio peemedebista. “Depois de tudo o que passamos nas mãos de Elquias Monteiro e outros prefeitos, vamos entregar de mão beijada para a oposição?”, indagou Nena.

Na verdade, pode-se constatar que no passado os caciques decidiam às escondidas e, finalmente, colocavam suas decisões ao povo, que se degladiava para defender seu candidato. Hoje, pelo contrário, quem se come vivo são os próprios políticos. E essa não é uma peculiaridade dos políticos da situação, a oposição vive dilema parecido. Há articulações com a velocidade da luz, dado o poder da tecnologia, o celular, por exemplo. Em outras palavras, o fuxico corre mais solto. As câmeras registram tudo, mesmo que seja aquela embutida no celular. Registros não faltam e aquilo que está escrito no papel, como forma de acordo, só pode ser quebrado por quem detém um alto poder de dar canelada, e a esse respeito, conheço especialistas.

E o povo? Como fica? Afinal, a pesquisa só revela o anseio do povo, a opinião das pessoas da cidade e do interior de Portel. Ansiosos por vencer, talvez por costume, a qualquer custo, ninguém quer saber o que a ralé pensa. Aliás, como disse Nena Carvalho, com a popularidade de Pedro em 70%, este cara poderia eleger até um poste. Só faltou Carvalho especificar o poste, um ser que não pensa, não se mexe e é alheio aos problemas que o povo portelense tem. E de sobra!

Foi-se o tempo em que decisões eram tomadas na base do achismo, no palpite. Assim, certos políticos ficaram obsoletos. Novas mentes, focadas em dados científicos, ensaiaram um novo cenário. Porém, tais dinossauros da política portelense desafiam a autoridade de líderes como Helder Barbalho, descumprindo acordos de cavalheiros. A pergunta fica: o diretório será dissolvido?

A pesquisa


Miro Pereira abocanhou 19,2%, seguido por Zé Diniz com 15,6%, Pr. Eri pegou 12,2% e Joãozinho 11,8%, seguido de Zaqueu com 10,2%

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