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domingo, 22 de maio de 2016

Portel: Quem são os homens que rondavam a casa das vítimas de incêndio de lamparina, o blog descobriu

Na manhã de hoje (22), chegou a minha caixa de diálogo da minha página do Facebook uma informação de que alguns homens circulavam a casa dos parentes da criança morta em explosão de lamparina.

Publiquei o fato para dar alerta geral à população e às autoridades, pois não sabíamos quem eram os quatro homens que subiram o rio Pacajá numa lancha enorme, bem possante, do tamanho da balsa que vende combustível na frente da Prefeitura, o posto Cidade de Portel. 

Com medo, a família ligou aos membros da Comissão Tharle Cordovil, em tom de desespero, com medo.Pela manhã, a Comissão visitou a família, dando orientações e, em seguida, foram todos para a delegacia registrar o fato.

No momento em que a Comissão e membros da família Cordovil estavam na delegacia, a esposa do tesoureiro da SEMED chegou com três homens. O vereador Enos Perdigão chegou logo em seguida, mas deu de cara com a Comissão e retornou imediatamente, saindo sem falar com quaisquer dos membros. Dentro da sala, um policial civil.

Na sala em que estava o policial, sentaram-se os membros da Comissão, os três homens. Um deles se identificou como defensor público federal, com amplas relações com o Senador Paulo Rocha, segundo repetidas vezes ele mencionou o petista, tanto que eu perguntei se o senador havia feito pedido de intervenção. Segundo este defensor, a intenção dele, do estivador Jeferson e do advogado do Diogo Pinto, era de prestar solidariedade às vítimas, por isso que eles gastaram enorme quantidade de combustível para subir o rio Pacajá, localidade distante sete horas da sede do município. 

Os três, o estivador de Breves, o advogado do Diogo Pinto e o defensor público federal, afirmaram que a intenção de levar os membros da família para Belém era de apenas dar apoio, sendo que deram comida para a avó de 72 anos de idade e 100 reais para o pai foi unicamente com o fito de ajudar a família. 

Carlos Moura avisou ao advogado Carvalho (o qual defendeu os assassinos de Dorothy Stang) de que a família dos irmãos Pinto estão ameaçando os integrantes da Comissão, inclusive mencionando as publicações feitas em redes sociais, que o próprio advogado pode constatar visitando as páginas dos mesmos. O advogado disse que não é moleque, que tais atitudes vão acabar fazendo com que ele desista do processo.

Eu mesmo, como integrante da Comissão, relatei as ameaçadas sofridas, tanto ao policial civil como a defensor público federal, estivador e advogado Carvalho, ameaças estas feitas por um dos irmãos Pinto. Espera-se que, após estas denúncias feitas ao defensor e ao advogado, cessem as ameaças. 
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