Além de ser amplamente conhecido que alguns diretores não sabem fazer relatório, há o caso lamentável da secretaria de educação aceitar as explicações verbais para reduções de carga horária, existe agora a volta dos critérios flutuantes.
Um diretor, que recuso falar o nome, adentrou com explanações furadas para reduzir carga horária de servidor contratado e foi aceito pelos técnicos da SEMED, que, como órgão público, deveria receber tais justificativas num documento chamado relatório (escrito). A meu ver o relatório seria da competência do setor de coordenação.
Em cima dessas situações, vem aí mais queixas que a secretaria de educação terá que responder. E isso é sinal de que a classe da formação de opinião está reagindo aos desmandos cometidos pela administração de Pedro Barbosa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário