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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

As aventuras de domingo


Neste domingo resolvi fazer as coisas a esmo, assim sem planejar, apenas sair de lugar em lugar,como um novato. Mas deu tudo certo e foi bem proveitoso.

Para começar a aventura,fui ao comércio do Percebe. Lá encontrei o pai dele, o carpinteiro Rimar que “roubava” seu vizinho Bertulino no jogo de dominó. Provoquei o Rimar para uma partida de bilhar no bar do Reginaldo, porque é perto de minha casa.

Apesar de eu ter dado tempo suficiente pro Rimar chegar no local do jogo. Lá encontrei o Juca Wakimoto, acompanhado do professor Ernanes Pinheiro, Rubinho e mais um irmão do Tacinho. Não foi uma experiência muito legal porque um dos bêbados começou a me provocar.

- Tá vendo? Só se pensa em si quando fala o termo eu – disse o bebum.

- Creio que falei “a gente”, que trocado em miúdos significa nós.

E conversa ia divertida o porre mais uma vez interrompe para me atazanar a paciência:

- Vai cair não! Usa-se a palavra “vai ser disponibilizado um valor”

- Não,meu caro! Só uso esse vocabulário quando estou a escrever textos para publicações, não para usar em mesa de bar. Do contrário,estarei igual a um conhecido que, de tanto rebuscar seu português, chama os patos no quintal assim: Patos, patos!

Como meu oponente em bilhar não compareceu e venci, assim, por W x O, deixei o ambiente e fui até casa do Miro Pereira. Estive com ele por 15 minutos, o suficiente para que meu amigo me convidasse para um almoço no Arucará. Retornava para casa quando encontrei o professor Pedro (Pedroca) e Betinho do Ovelha. Os dois me convidaram para eu entrar no bar do Reginaldo, onde tomamos um cervejão. Nildo se juntou a nós. Quando os dois professores nos deixaram, Nildo pediu uma carona até a casa de seu irmão,o Tacinho.

A casa de Tacinho é bem confortável. Fica localizada no conjunto residencial construído pela ex-prefeita Nancy Guedes. Tem terreno com sombra o dia inteiro. E mais: tem mesinhas fixas por toda parte, todas pintadas com a cor do Flamengo, seu time e da maioria dos que estavam presentes ali, com exceção do Nildo que é vascaíno. Ali ouvi belas histórias sobre o futebol portelense. Mesmo com toda a boa recepção do Tacinho e muitas iguarias batendo na canela, tive que bater em retirada.

Cheguei ao Restaurante Arucará e Miro já estava lá. Não abusei da comilança, até porque essas andanças proporcionam vários sabores e já estou com excesso de peso. E fui direto, como sempre, quis saber a quanto anda o assédio ao advogado que foi a sensação na última eleição e não disputou porque foi retirado da disputa através da justiça. Miro me confidenciou que o candidato Paulo do Posto, vencedor do pleito, o convidou para integrar o governo. O fato aconteceu no sítio do empresário Gilberto de Nadal, na presença de várias pessoas. Entre outros assuntos que tratamos no breve encontro, conversamos sobre a situação do atual prefeito Pedro Barbosa, mas esse assunto eu deixo pra depois.



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