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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Conselhos sem vergonha grassam em Portel

Cara, to envergonhado da cara de pau dos candidatos que assumem conselhos, na totalidade, não interessa que seja da educação, da merenda escolar, conselho escolar, conselho do FUNDEB, conselho outros que deveriam atuar e simplesmente fingem trabalhar.

Ora, se não dão conta, saiam da moita que tem outro querendo ocupar, pelo amor de Deus. Pense, misera, que tua história está sendo construída e os arrebites que vão ficar não são nada bons, uma espécie de antecedente criminal que a sociedade vai guardar de você como um cidadão desonesto, incapaz e instrumento a serviço do mal. 

Só para dar uma ideia de como o seu passado vai te condenar, eu ouvi horas e horas de gravações sobre a história do sindicato da educação (SINTEPP) e é muito ruim a gente saber que está na memória das pessoas o fato de que alguns personagens da história de Portel se afundaram socialmente após um comportamento de lacaio a serviço de ordens políticas que não visavam o interesse da comunidade, exceto os fins de grupos que tomaram o poder para enriquecer.

Em recente reunião no auditório Manarijó não tinha um representante do Conselho do Fundeb. Isso é uma vergonha, pra não dizer da incompetência administrativa de quem tá ocupando a moita! Esse órgão fiscaliza milhões de reais que tratam da educação, um filé adorado pelos que tomam o poder. Aliás, o dinheiro da educação é um dos mais disputados, depois do IMPP (o instituto de previdência próprio do município) e saúde, sem falar na secretaria de finanças. E junto com esses, o interesse em eleger os representantes dos conselhos, para agirem como uma quadrilha de pilantras, gente frustrada da vida que nunca conseguiu nada pelos meios legais, se infiltram nesses setores para, finalmente, conseguir algo de patrimônio. E ora que alguns se vendem por empreguinhos de salário mínimo, outros por direção escolar e até por carga horária. 

Vamos abrir os olhos sobre esses candidatos que se lançam aos cargos (que não é remunerado!), não para ajudar a fazer uma administração transparente, mas para esconder e maquiar os desvios, como aconteceu recentemente em escola do rio Acutipereira, cujo rombo foi da ordem de 20 mil reais do recurso do PDDE. E o diretor que induziu o conselho escolar continua a lograr cargos de direção, como se nada tivesse acontecido. Põe esse incompetente na sala de aula, secretária, pois de ladrão já estamos fartos nesse Brasil.

A inoperância desses conselhos vai a tal ponto que há uma quadrilha (de bandidos mesmos, não de quadra junina) que se engalfinha nos corredores escolares para tirar da boca das crianças a merenda escolar e outros setores vitais que jamais deveriam ser gerenciados por gatunos sem coração, numa cidadezinha pobre, sem emprego, comida pelo tempo, esquecida no fim de um rio sem saída. 

A imprensa é calada, muda e outra se finge de doida. Ontem mesmo ouvi dizer que uma senhora procurou a emissora de rádio e seu pedido de denúncia não foi ouvido. Que rádio comunitária é essa, Carlos Moura? E não é de hoje que isso acontece. Em recente viagem a Breves eu ouvia a rádio quando o locutor falou: "se for pedido de música, eu atendo; se for denúncia, jamais". Vai te catar, serviçal! Não sabe o imbecil que ele está ocupando uma moita que deveria ser ocupada por pessoa com coragem o suficiente pra entender que os meios de comunicação são o elo entre a satisfação social e a população?

No mais, to indo embora, beibe. Inté por cá!
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