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sábado, 9 de janeiro de 2016

Bispo sai em defesa de sindicalistas acusados de protestar em vias públicas de Portel

Depois de ser intimado e ameaçado de ser preso por fazer um protesto pelas ruas da cidade de Portel, o sindicalista e professor Hermisson Bruno Baia recebeu apoio de diversas figuras políticas e, inclusive do bispo da Prelazia do Marajó, Dom Luiz Azcona.

Após os manifestos, que selecionou lugares como a frente do maior hotel de Portel (de propriedade do prefeito) e órgãos públicos, os dirigentes do sindicato foram intimados a depor na delegacia de polícia. Agora, além de denúncias públicas, os sindicalistas pretendem entregar documento ao bispo contendo severas denúncias sobre combustível e enriquecimento ilícito.

Além das denúncias por escrito aos órgãos competentes, os coordenadores do SINTEPP terão o apoio da Comissão de Justiça e Paz da CNBB Norte II, no sentido de garantir assessoria jurídica contra a situação que classificou como "verdadeiramente anômala", ressaltando que este episódio é vergonhoso.

O bispo participará de um retiro espiritual num dos rios onde o grupo político que controla Portel tem dado o máximo de atenção após o fechamento de acordo político com o segundo candidato mais votado na última eleição para o cargo majoritário, o qual mora nessa região. 

Em época de eleição, o triste evento parece ganhar rumos inesperados a caso semelhante aos ocorridos na década de 90, momento da história da educação portelense em que os direitos dos trabalhadores eduacionais tiveram seus direitos agredidos por um grupo político com fome insaciável por dinheiro e poder. Homens daquele tempo até hoje ostentam riqueza incompatível com o padrão da cidade e parece ser um exemplo a ser seguido.

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