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domingo, 17 de março de 2013

Professora velha e que não joga bola igual ao Ronaldinho perde carga horária em Portel


Ontem eu vivenciei a dor, a frustração, a indignação, o interrupção de um sonho, a maldade em pessoa, tudo num relato de vários professores, uma sala cheia de histórias indignas que são construídas por pessoas que não estão nem aí para a educação dos nossos filhos, muito embora propaguem verbalmente que valorizam a educação. A máscara caiu, veja só:

Penso que eu sou criticado ao expor a minha história de vida. Mas numa hora dessas, ao ouvir tantas histórias tristes de massacre contra os profissionais da educação, sinto que não estou sozinho. Assim, eu entendo que essas pessoas não encontram um canal para botar pra fora todas essas coisas ruins, geralmente praticadas por políticos sem escrúpulos cuja prioridade é a prática do assistencialismo e do empreguismo.

“Velharada vai ser por último”, relato de professora ao questionar o tempo de serviço que deveria ser prioridade no momento da lotação. Semelhantemente a esse caso, temos Foi a situação de uma professora que foi transferida para outra escola porque já estaria velha demais.

“Essa vai ficar só com 100 (horas) e ela tem que se conformar.”, professora reclamando de lotação, tendo como um nó na garganta até hoje, já quase na idade de se aposentar, acha que deveria ter um pouco de consideração após alfabetizar tantas pessoas e vê-las hoje bem sucedidas.

Se velha é motivo para a remoção de uma professora de uma escola para outra. Escuta esta que é, no mínimo, berrante. Uma professora foi devolvida, porque não sabia jogar futebol, palavras da diretora.




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