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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Portel: Sindicalista pelego se vendeu ao governo


O Coordenador de Secretaria Geral, Sr. José Mendes Santana, ofende-me diante de centenas de pessoas, todas filiadas a este renomado sindicato, no grupo “SINTEPP-SUBSEDE PORTEL”, do WhatsApp 

   O Coordenador José Mendes recebe benesses em função do cargo para alteração de carga horária, permissão dada pelo prefeito, conforme documento abaixo.


AS OFENSAS E CONSTRANGIMENTO


O desenrolar dos fatos aqui mencionados com ilustrações feitas a partir de printscreen da tela do meu computador conectado ao aplicativo WhatsApp, começaram a se desenrolar num momento de aflição vivido pelos companheiros Hermisso Bruno Palheta e Oclécio Lacerda, intimados pelo delegado de Polícia por ter participado de ato público contra desmandos do prefeito Paulo Ferreira.  Em se tratando de apoio aos companheiros, fiz publicação no meu blog, o “EDUCADORES DE PORTEL”, e disponibilizei link da postagem no grupo “SINTEPP-SUBSDE PORTEL”. Para minha surpresa, o senhor José Mendes Santana iniciou uma série de ofensas a mim por simplesmente no conteúdo do post constar o nome de um rival político seu, o Dr. Miro Pereira. Até o momento, achava que era algo pessoal, algo mal resolvido. Mas algo mais se escondia por trás da proteção ao prefeito e ataque ao vereador Ronaldo Alves e ao então candidato a prefeito Miro Pereira. A coisa ia feder.



Figura 1 - Ofensa por possuir desavença com político local citado em link de blog de notícias. Na ocasião, pessoas da comunidade foram solidários com Bruno e demais colegas do SINTEPP ao serem atacados pelo governo.


Embora os colegas aplaudam o apoio, já que o blog possui repercussão muito forte na sociedade, o coordenador José Mendes me ofende verbalmente nos termos “Olha seu moleque, vamos parar com a patifaria”, além de proferir termos de baixo calão, continua com as ofensas, dizendo: “Tu tá doido caralho...”


Figura 2 - Prolação de inverdades sobre atuação de companheiros com cargos de coordenadores


Insinua que eu, de alguma forma, tenha questionado alguém, sem, no entanto, deixar claro ao quem eu tenha questionado, exceto ao governo de Portel, ao qual o Sr. Mendes tem uma certa afeição, apesar desse governo nos atacar, humilhar e até levar companheiros à porta de delegacia.



Figura 3 - Pessoas ligadas ao governo de Portel apoiam as atitudes de Mendes


Ninguém, além do Sr. Mendes, manteve qualquer tipo de ofensa a minha pessoa, tendo, ao contrário, apoio dos demais membros, como assevera o Coordenador Geral, sobre o assunto: “Como já disse,este grupo perdeu suas finalidades.logo estaremos lançando o grupo oficial da subsede com critérios; ....para que não ocorra mais postagens deste tipo (mãozinhas apontando para as ofensas cometidas pelo Mendes contra mim) e outras sem o mínimo respeito aos participantes do grupo” (referindo-se aos palavrões proferidos pelo ofensor Mendes).


Ao ser ofendido e humilhado publicamente, deixando-me constrangido perante a sociedade, fiz a seguinte defesa, na própria página do WhatsApp:



Figura 4 - Esclarecimentos sobre as acusações levianas e ofensas em rede social



Figura 5 - Esclarecimentos sobre as acusações levianas e ofensas em rede social (continuação)



Figura 6 - Esclarecimentos sobre as acusações levianas (continuação)



Figura 7 - Esclarecimentos (continuação)


Os ataques se tornaram tão pessoais que até a minha ausência das reuniões do SINTEPP enquanto eu estudava em Breves foi questionada, ao que, moderadamente, respondi:


Figura 8 - Há clara intenção de me difamar


OS ACORDOS PARA BENEFICIAR O COORDENADOR GERAL DA SUBSEDE PORTEL


Sua paixão desmedida em defender o governo de Portel advém de suas vantagens financeiras, como atesta a tabela abaixo, que mostra com clareza que o Sr. Mendes recebe por 200 horas mensais, sendo que a nenhum sindicalista são atribuídas mais de 100 horas. Mendes confessou, certa vez, que recebia um pouco mais, ou seja, além das 100 horas concedidas a qualquer  coordenador com licença sindical, recebia mais 25 horas. A mesma confissão foi feita ao coordenador Hermisso Bruno. Durante uma reunião da Comissão de Elaboração do PCCR, ainda que a secretária de Educação Ana Valéria tivesse autorizado o fornecimento dos dados da folha de pagamento, proibiu a exibição dos nomes dos servidores (sob a alegação de que iria expor dados confidenciais dos servidores), referente aos meses de janeiro, fevereiro, março, abril e maio, o mês de abril foi entregue pelo RH da SEMED com um erro: o responsável pelo RH esqueceu de apagar os nomes dos servidores referente ao mês de abril. Ao fazer diversas averiguações, constatei, por acaso, que o Ser. Mendes detém, de fato, 200 horas, conforme print da planilha, fato este levado ao conhecimento dos coordenadores Otoniel Souza, Hermisson Bruno e Rozenildo de Deus Machado e até ao Conselho de Ética do SINTEPP Estadual (vale lembrar que a subsede de Portel não possui Conselho de Ética).



Figura 9 - Print do espelho da folha da SEMED refente ao mês de abril de 2016 prova que Mendes recebe 200 horas


O fato é grave e surgem mais constatações que provam de forma concreta a negociata havida entre o governo de Paulo Ferreira com o coordenador geral de secretaria da subsede do SINTEPP em Portel.


Figura 10 - Foto de página de uma agenda de Mendes exibe as anotações de assuntos a serem tratados com o prefeito municipal (P.M)


É o que atestam duas fotos obtidas a partir de uma agenda de Mendes, nas quais há provas de que ele agendou reunião para tratar de questões do SINTEPP e aproveitou a oportunidade para dar ensejo aos seus interesses pessoais.


Ao que tudo indica a foto acima, a tentativa de liberação foi levada à secretaria de educação, mas precisava do aval do prefeito. Veja que nesta ocasião, datada, Mendes já articulava a liberação, tanto que anotou na agenda pessoal.



Figura 11 - O pacote, além de benefício com 200 horas, prevê privilégios para parentes.


Além de resolver seu caso pessoal de liberação sindical com 200 horas, Mendes se torna ousado em incluir um pacote que beneficia sua família. Os benefícios vão desde aumento de carga horária, transferência de localidades do interior para as proximidades da sede do município até licença à saúde.


DIANTE DO EXPOSTO, peço providências, no sentido de preservar a imagem e a reputação deste renomado sindicato, que não deve compactuar com este tipo de infâmia.

Fonte: carta-denúncia encaminhada ao Conselho de Ética do SINTEPP Estadual.
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