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sábado, 26 de março de 2016

Professores sem formação e o harem do diretor



O trato com a educação está de deixar os teóricos do setor de boca aberta. “Crianças estão saindo da creche direto para a escola”, diz denunciante ao blog.

Qualquer professor está sendo encaminhado para o interior, a exemplo da região rural, bastando iniciar um curso na UNOPAR e já está sendo contratado. O absurdo é relatado, mostrando casos em que o professor entra na comunidade e se desespera, dizendo: “não sei o que fazer, é a minha primeira vez, nunca dei aula”, revelando como a educação está sendo tratada no interior de Portel, no Arquipélago do Marajó. Uma professora mais experiente diz: “cante alguma coisa, são crianças do primeiro ano. Ou você pode rezar o Pai-Nosso”. E o jovem responde: “eu não sei nem rezar”.

Outro caso é de uma professora bem jovem, lindinha e, diz minha fonte, já faz parte do harém do professor, sai da embarcação e não cumprimenta ninguém. Os professores ali presentes pensam que é até uma visitante. Tão jovem. É só durante a reunião que os demais professores que o diretor apresenta a mocinha como professora. Como são jovens demais, possuem cursos de ensino médio CH ou CDC, pois a formação a nível médio encerrou em 2008. Diz a minha testemunha que o diretor deverá ter problemas com um professor, que iniciou namorico com a mocinha, a exemplo do ano passado que este diretor jogou na água outro professor porque transou com uma de “suas mulheres”.

O professor botou galho no diretor e este usou do argumento de que um professor deveria ser removido porque se envolveu com uma mulher casada, embora não tenha contado que a garota era sua amante. O acesso a tais informações berrantes são trazidas por pessoas que ficam indignadas com a decisão em levar professores não por razões profissionais, mas por razões meramente sexuais e políticas.

Doutro modo, se existem razões sexuais para lotação de professoras, há esta coisa séria ao contratar pessoal sem formação adequada. Com essas situações críticas, o momento de discussão sobre qualidade de ensino está sendo debatido por uma comissão que propõe o novo Plano de Cargos, Carreira e Remuneração. Realizado nas dependências do SINTEPP, pessoal do Governo Municipal e representantes do sindicato tratam de questões como estas. 

Mas há quem pense que leis não resolverão todos os problemas, argumentando que a própria LDB é contrariada e não existe ações enérgicas dos setores que deveriam fazer cumprir as leis. O judiciário e a Promotoria, juntamente com outros setores da sociedade deveriam propor uma plenária ou audiência pública para tratar dessas ações com cunho político. Caso não sejam feitas, os prejuízos aos alunos egressos do Ensino Médio nunca passarão nas provas do ENEM e não cursarão nível superior.

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