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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Caso PARFOR: alunas juntam provas contra SEMED e PARFOR


PARFOR  manda retirar nome de alunas da folha de presença

É grave a situação da PARFOR. Com provas de envolvimento da Secretaria de Educação de Portel, Coordenadoria do curso de Breves e Reitoria, a situação tende a piorar, resultando em graves danos após recomendação dos superiores universidade para não lançar a presença das três alunas.
Como veiculado em outra postagem neste mesmo blog, três alunas não foram incluídas no edital de homologação da seletiva. De acordo com o site da Plataforma Freire, o professor que não tem formação a nível superior deveria fazer uma pré-inscrição no sítio da instituição. Feito isso, o candidato ainda passa pela palavra final da secretaria de cada município. É aí que a coisa fica preta.
Após buscas para sanar o problema, estamos mais convencidos de que há uma exploração política das vagas. Inclusive o coordenador do curso em Portel já não mais exerce o cargo. Segundo apurou o esposo de uma das professoras através de uma conversa com o secretário de educação Paulo Hélio, Sílvio Baia (parente da secretária de educação licenciada) pediu o seu afastamento. Apesar das imputações feitas pela PARFOR à secretaria de educação, documentos nos chegam às mãos para deixar em apuros todos os envolvidos.
Mesmo com acusações de ambos os lados, a SEMED, através de seu representante legal, como coordenador, Silvio Baia assina este canhoto de entrega de documentos para regularização.
Ficha de entrega de documentos
Se no documento acima o coordenador Silvio Baia atesta com sua assinatura a participação da SEMED, no documento abaixo a PARFOR declara que as alunas (como no exemplo abaixo) estão REGULARMENTE HABILITADAS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ. A assinatura, desta vez, é da subcoordenadora Sônia Maria Pereira do Amaral.
Declarações da instituição:  assinatura da subcoordenadora não vale nada?

Se o mingau não estava com os ingredientes apropriados, desta feita Sônia Maria do Amaral assina um certificado de participação no II Seminário Acadêmico do PARFOR, nos dias 3 e 4 de fevereiro de 2012, juntamente com o coordenador do Campus Universitário do Marajó,  Carlos Élvio das Neves Paes.
E agora? Duas autoridades sabiam dos fatos
Além dessas provas apresentadas, há a foto abaixo de um e-mail enviado por Danilo Malato, da equipe PARFOR/Belém. O ex-coordenador do PARFOR/Portel, Sílvio Baia, está sendo vitimado como o responsável pelo angu, porém este documento demonstra que a cag..(o blog recrimina este tipo de linguagem!) feita por alguém que compromete toda a cúpula da universidade.

Ontem, em conversa com o professor Ronaldo Oliveira, o qual está ministrando a disciplina Didática e Formação Docente, tentou amenizar a situação dizendo que talvez os documentos tenham sido assinados por erro, uma vez que os responsáveis detêm grande quantidade de materiais para assinar durante o dia. Mas, há documentos que foram assinados nos dois anos consecutivos, seria possível que essa gente estivesse cometendo erros o tempo todo?

Mesmo com a gravidade da situação, todos os envolvidos no processo de solução tem se comportado da forma mais civilizada possível, sobretudo porque são educadores e essa função exige uma maior responsabilidade no trato de fato tão complexo que a turma toda recrimina e está dando apoio total as três acadêmicas.

Durante o II Seminário Construindo Travessias entre Pesquisa e Extensão, ocorrido nos últimos dias 3 e 4 de fevereiro do corrente, o ex-coordenador Silvio Baia perguntou ao reitor Carlos Maneschi sobre a situação das 3 acadêmicas e este respondeu que tudo seria resolvido. 

No link abaixo, o evento que aconteceu em Breves
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