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terça-feira, 17 de julho de 2012

Critérios do PARFOR são questionados por acadêmicos de Portel


De acorco com o COMITÊ GESTOR INTERINSTITUCIONAL DO PLANO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ESTADO DO PARÁ constituído pela Secretaria de Estado de Educação do Pará – SEDUC e Instituições Públicas de Ensino Superior elaboraram e aprovaram critérios para seleção dos candidatos, que evita a possibilidade de VESTIBULAR ou SORTEIO. Os critérios estão na lista abaixo:

Critérios de composição de turmas do Plano de Formação Docente do Estado do Pará:

1. Pré- Inscrição na plataforma Freire.
2. Aceitação das pré-inscrições pelas secretarias.
3. Critério geográfico de proximidade do município de origem em relação ao pólo (variável de acordo com a demanda pelo curso).
4. Distribuição das vagas pelos municípios: proporcionalidade de vagas em relação à demanda total.
5. Prioridade a candidatos que solicitam primeira licenciatura.
6. Prioridade a candidato que solicita curso na área em que está atuando.
7. Prioridade a efetivos, sem excluir os temporários.
8. Critério das secretarias: escolas prioritárias para formação em cada curso.
9. Tempo de serviço (prioridade a mais antigo).
10. Idade (prioridade a maior idade).

Após problemas gerados no PARFOR/Portel, surgem situações críticas que a Comité Gestor precisa rever urgentemente, pois dados apontam para uso polítiiqueiro, dando prioridade a apanhiguados políticos, excluindo professores da rede pública municipal de Portel pelo fato de estes não pertencerem ao governo atual.

De acordo com as pessoas que ficam sucessivas vezes de fora da seleção, o item número 2 elencado acima seria o responsável pela brecha utilizada pelos políticos de todas as secretarias municipais do Brasil.

Em Portel, os candidatos que levam vantagem são aqueles que não fazem obediência ao item nº 1, já que a secretaria determina, através de seus diretores, quem deve ser "contemplado".

No caso do escândalo que causou grave constrangimento a três professoras, cabe observar que o número de vagas seria de 40. No entanto, o curso de Pedagogia iniciou com menos de 30 alunos. Ou seja, muito gasto para ainda ter que impedir as pessoas que necessitam de graduação na área em que atua. Caso fosse possível banir (já que a justiça certamente vai amparar as três professoras) as acadêmicas, a turma ficaria com apenas 24 membros. Nesse caso, recomendamos ao comitê fazer apuração severa quanto ao caso que deverá ganhar intensidade de divulgação a partir de setembro do corrente.


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