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sábado, 28 de julho de 2012

Delegado Rafael Gonzaga e histórias


Estas duas histórias são do tempo do Bar Flutuante, que apesar do nome, ficava em terra firme, bem no centro da cidade. Pertencia ao Batelão, que foi vereador e fervoroso torcedor do Camel, cujo bar foi palco de muitos encontros de amigos.

O imitador de araras

Estava sentado neste bar um vizinho meu que hoje é evangélico e não bebe mais, o qual, admirado com a habilidade do Ararinha, resolveu mostrar ao delegado Rafael Gonzaga como este menino fazia imitações de uma arara. Eu pessoalmente vi o Ararinha mostrar seu talento durante uma festividade de N. Sra. De Nazaré, no Salão Paroquial e achei demais. Era uma arara em pessoal e isso causava admiração.

Porém, nem todos sentem a mesma coisa ao ouvir tal imitação. Assim, o delegado Rafael Gonzaga, que tem uma escola em homenagem ao seu nome, desferiu violento bofete no rosto de Ararinha. O menino, atordoado, quis saber o motivo. Rafael Gonzaga disse: “Tu gostarias que alguém te arremedasse? Uma arara não gostaria que alguém saísse por aí imitando ela.”

Os maconheiros e os vícios de cheirar

Outra história de Rafael Gonzaga foi contada por um amigo. Segundo este cara, algumas pessoas fizeram queixas ao delegado a respeito de alguns malandros que ficavam em certa esquina de rua da cidade. Segundo os queixosos, estaria por ali Zé Bedeu e seus amigos, fumando maconha e, ao passar uma mocinha bonita, por exemplo, estes mexiam com ela.

Desta forma, o delegado se dirigiu ao local indicado, juntamente com dois policiais e deixaram a viatura em local bem distante, para não dar alerta aos desocupados. Ao abordarem os rapazes, o delegado obteve explicação de que não estavam fumando maconha. Então, o degola cheirou as mãos de Zé Bedeu, no intuito de sentir vestígios da erva. Assim, Rafael Gonzaga determinou aos policiais: “Prendam esses malandros”. Zé Bedeu e sua turma perguntaram o motivo da prisão e Rafael disse: “Estavam cheirando saco e isso também é vício”.
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