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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Desafetos de Dr. Miro enfrentam cachorros grandes


Jader Barbalho é a mais longeva liderança política da história do Pará e o morubixaba do PMDB no Estado do Pará, o que faz dele um nome que atrai a mais absoluta veneração.
Um político com luz própria e inigualavelmente arguto, no Pará não se faz política – a seu favor ou contra ele – sem que se possa minimizar o papel de Jader Barbalho, como constatou de forma amarga, nas eleições de 2006, o tucanato e seus aliados, incluindo os Maiorana. Jader mantém incólume seu prestígio como articulador político.
Em recente visita ao município de Portel, Jader declarou ao candidato Miro Pereira que trata seus aliados com a maior das considerações e jamais vira as costas para seus companheiros. Diante disso, um ferrenho assessor de Miro Pereira resumiu que, em se tratando de afrontas ao cacique, seria uma bobagem tentar afrontar um político dessa estatura, referindo-se ao desafio pleiteado pela insossa Rosângela Fialho ao posicionamento do Diretório Estadual em relação a candidatura do PMDB em Portel. “Quem ousa?”, teria perguntado o assessor.
Ora, não é de hoje que alguém assume uma posição mínima numa prefeiturazinha e acha que já é grande o suficiente para atacar os tendões de tão eminente figura. Oxalá que vença essa disputa, não seria um Paulo do Rebelo, que ascendeu de 7% nas pesquisas para 16%. No oba-oba deslanchado pelo apoio do magnata da Bom Jesus, Paulo não conseguiu ultrapassar o segundo colocado, Ery do rio Tajapuru.
Enfim, concluo que o assessor se referia mesmo a atual cotação de primeiro lugar na disputa ao baixinho “com cara de índio”, Dr. Miro, como é mais conhecido e se destaca como o mais novo amigo de Jader Barbalho, assim como de Helder Barbalho. No afã de dar ensanchas ao gosto do poder da secretaria de educação, alguém não espera vencer essa briga na vara comum, muito menos na cana de braço iniciada entre os cachorros grandes, daí não se aconselhar nem a uma cachorrinha, porque, aí, meus botões, o bicho pode pegar da noite pro dia e não se pode cantar vitória antes da hora. Muito menos sem conhecer o pau onde se esfrega.
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