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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Os mascarados atacam candidatos a prefeito de Portel


Se está sobrando para a Diretoria do Google no Brasil, pode muito bem sobrar para o pessoal do Facebook de Mark Zukenberg. É que o momento de euforia política está se excedendo e a ferramenta que era utilizada nas ruas agora é veiculada no meio mais popular dos últimos tempos: as redes sociais.

Há muitas décadas que os adversários políticos do candidato que ganhava a simpatia popular era atacado através de pasquins e diabinhos. O mais famoso desses pasquins tinha ou tem a autoria de uma figura misteriosa chama Sombra. Não está mais sozinho. Há um número crescente de pessoas que escondem atrás de um pseudônimo como: Olheiros de Portel, Portel Análise, Boto Cor de Rosa, Portel Solidário, entre outros. Cada um desses personagens tem algumas características diferentes do afamado Sombra, que, apesar de fingir um português deficiente, sempre foi capaz de produzir uma redação sensata na organização de suas idéias. Outros, no entanto, são péssimos redatores, além de perder a compostura quando provocados, como se fosse elaborado por uma adolescente mimado e mascador de goma.

Agora surgiu outra figura chamada de “O Paparazi”. Na sua primeira debutação endereçou seus ataques principalmente ao pastor Ery (PSC), imputando ao religioso uma série de crimes, inclusive mostrando indícios e registro em jornais de um de seus irmãos, morto a tiro no Ampá. Mas também não esqueceu de Joãozinho (PDT), numa situação semelhante a do pastor Ery, com a diferença que inclui no rol de acusações a mãe do candidato. Assim como Zaqueu (PMDB), acusando-o de sexo extramarital que teria redundado em suposto engravidamento de uma empregada. Miro Pereira (PMDB) é apontado como ter amizades com gente, segundo a opinião do(s) autor(es), que não presta. Nenem Nascimento (PSD) teve seu nome citado por, afirma o pasquim, compra de mercadorias roubadas. Paulo Oliveira, Paulo do Posto ou Paulo do Luis Rebelo (PP) também  citados. Só poupou o nome da ex-secretária Rosângela Fialho (PMDB), elevando, todavia, seu nome como uma pessoa que exonerou Paulo Oliveira porque“queria mandar mais que ela”, como uma justificativa para substituí-lo por Nelson Paranhos para cuidar da maior montanha de dinheiro da prefeitura, que é o FUNDEB.

No caso do diretor do Google, trata-se de uma situação que vai parar no Supremo, pois o juiz considerou uma ofensa a crítica feita num vídeo em que afirma que um candidato é “burro” ao usar a imagem do personagem Chaves que, nas aulas do professor Girafales sempre condena antecipadamente os colegas pela resposta dada ao professor da turma. No entendimento do diretor, trata-se apenas de uma crítica e, afirmou, está garantido na Constituição Federal como um direito de expressão.

Já o caso da rede social Facebook não é de mera opinião a respeito do candidato. Trata-se de denúncias de pirataria, daí o autor chamar os candidatos acusados de Los Piratas. Entende-se que a polícia poderia começar a fazer uma investigação com base nos indícios apontados na carta. Mas, por outro lado, pode-se muito bem pedir a justiça que abram o sigilo de inscrição no site de relacionamentos e levar os difamadores à barra da justiça. Bom, e se os fatos se mostrarem contra os acusadores do difamador, caluniador ou seja lá o nome que se dê a essas personagens anônimas? Você, cidadão, se fosse acusado de crimes dessa natureza, não buscaria a justiça para provar o contrário? Que acham? Comentem.
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