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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Ofensas à educação diante dos conselheiros militantes do mal

Sabe aquela música "Tá tudo dominado", pois é, é assim que está Portel, vivendo um de seus momentos outrora já vivenciados por seus cidadãos. 

Falo da período em que não se podia falar nada e tão pouco reclamar da vida, principalmente da política de governo. Reviver esses momentos é o mesmo que dar três passos para trás; é voltar à época da mordaça e da tortura. 

Se quem trabalha não tem direito de receber dignamente, por que os que não trabalham ganham montantes de reais? Será que vivemos ao inverso do processo? Ainda mais as instituições: não mudam sua face, tampouco sua postura, na surdina do tempo, os algozes confinam seus golpes e preparam suas mortalhas. A exemplo do conselho do FUNDEB, mudaram-se os palhaços, mas o circo é o mesmo, salvo algumas representações, que ainda queriam enfiar mais um de suas encomendas, daqueles que não sabe nem por onde a galinha mija, mas mesmo assim, com suas manobras conseguiram fazer o seu presidente, numa clara carta marcada. 

Mais uma vez retiraram a gratificação dos professores do campo de escolas de difícil acesso. É um presente aos seus puxa sacos e afrontamento aos que repudiam suas atitudes perversas de governar. Além de pagarem diárias aos temporários, que agora não são educadores, mas passam a ser humilhados como diaristas da educação. Isso também fruto de uns posicionamentos contrários ao pagamento da gratificação aos professores do campo, membros do Conselho Municipal de Educação, uns caboclos que não passam de vaca de presépio, bonecos de fantoches, Maria vai com as outras, mas um dia a casa cai. 

O que mais causa revolta é que essas pessoas não honram com a categoria ao qual representam, em seus anseios e compromissos, e muito menos prestam conta de suas atuações, talvez por demais comprometedoras. Será que são dignos da sua representatividade? Afinal de contas, a quem estes representam? Enquanto isso, alojamentos entregues sem ser concluídos, desabando sobre nossas cabeças, sem as mínimas condições de uso, sem banheiro, fossa cavada, mas não concluídas, sem abastecimento de água, sem lajota, praticamente sem nada, o básico de uso a não o prédio em fase de conclusão, só a proposta de retorno para a conclusão, só não se sabe quando, já que a escola foi inaugurada em novembro de 2015. Sendo responsável da obra o sr, Zé Valente, comunidade Milagre de jesus, na localidade do sr. Lourinho.

E por aí vai, porque no rio Acutipereira a única escola construída nessa gestão começou a tombar antes de ser inaugurada. Reparada às pressas para os discursos de entrega à comunidade, esta semana o banheiro ruiu, forçando a secretária de educação a fazer uma visita apressada. Parece que tudo quer ruir por essas bandas, já não bastasse o quadro social, há muito em ruínas.

Texto produzido por Socorrinho Historiador e adaptado por Ronaldo de Deus
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