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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Curtas, porém, grossas



  • Uma mulher chorou na frente do Banco do Brasil após constatar que o seu salário só se apresentava na metade. Com muitas contas a pagar, a pobre servidora se desesperou porque não poderá honrar com seus muitos compromissos.
  • Um professor, morador da Cidade Nova e com deficiência física, teve sua carga horária reduzida, numa perda de 100 horas. Com isso, o profissional caiu em desespero porque o seu ganho não dá pra custear as despesas familiares. Com empréstimos junto à Caixa Econômica, o professor não vê outra opção que não seja pedir licença sem vencimento. O contra-cheque do professor em questão vem zerado.
  • Professora que atua no rio Anapu tirou licença-maternidade e não lhe foi concedido o benefício. Seria mais um ato de assessoria jurídica?
  • Servidores contratados receberam apenas valores referentes aos quinze dias de trabalho. Porém, informações dão conta de pessoas privilegiadas com até 22 dias.
  • Vereadores da oposição estão com seus pedidos e requerimentos congelados. 






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