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terça-feira, 9 de abril de 2013

Greve em Portel: avanços pífios na negociação com o governo

Esse é um dos motivos da luta do SINTEPP: Escolas ue mais parecem um galinheiro, o que reflete péssimas condições  tanto para os alunos quanto para os professores. É um problema que se arrasta durante esses anos desde o governo de Pedro Barbosa. Professores, segundo relato durante a Assembleia Geral, chegam a dormir na cozinha da escola, um espaço de apenas 3 x 2 m2, bem apertado para 4 pessoas que ainda tem que conviver com outros materiais, pois é o único local onde não chove.

Com pelo menos  quatro horas de negociação entre o SINTEPP e o governo municipal de Paulo Ferreira, o resultado foi pífio. Mesmo assim, o prefeito e sua equipe, composta de cinco pessoas, fizeram algumas propostas que devem ser analisadas pelos profissionais em educação, em Assembleia Geral.

A pior parte, a do imediatismo ante o endividamento da classe, é que o pagamento da remuneração de dezembro do ano passado, só deve ser satisfeita no mês de julho próximo. Esse foi um ponto que não agradou nem um pouco aos sindicalistas nem tampouco aos profissionais em educação, os quais aguardavam ansiosamente do lado de fora da prefeitura.

Sem a presença da imprensa, refutada energicamente pelo governo, a categoria corre riscos de haver pressão psicológica na cabeça dos pais dos alunos, um dos fortes aliados da greve, que deve continuar, segundo alguns sindicalistas. Mas este ponto só deverá ser claramente definido amanhã, numa reunião ainda sem local e nem hora pra acontecer. Enquanto isso, os rápidos assessores devem tramar entradas nos espaços comprados da mídia tradicional de Portel, especialmente aquelas que possuem contratos com a prefeitura.

A pauta é extensa, com amplas reivindicações que o colega de Paulo Ferreira, o atual secretário executivo da AMAM, Pedro Barbosa não consegui efetivar em oito anos. Entre elas, as escolas, que na zona rural estão caindo em pedaços, sendo que aquele governo que continua neste fez apenas 16 escolas, entre cidade e interior. Com esse atrapalho na vida de tanta gente, inclusive do atual prefeito, não se sabe como uma organização como a AMAM aceitou um homem deste tamanho em escrúpulos ocupar o cargo de executivo, o que leva a crer na possibilidade de haver irmãos gêmeos dele nesses municípios da Ilha do Marajó.

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